17 de março de 2013
O drama das refeições
Juro que quero apertar o pescocinho de quem diz uma barbaridade dessas, as dificuldades podem se alterar, mas todo mundo tem um drama com o filho, e o drama da vez aqui em casa é alimentação.
Eu, Julia, que sempre me orgulhei de dizer que minha filha sempre comeu super bem tô passando um dobrado com ela na hora das refeições.
Há muito tempo que ela come a mesma comida que nós, tanto no almoço quanto no jantar, geralmente as refeições são equilibradas, mas tem dia que sim, nós comemos bobagem, sabe aquele dia que vc não quer nem ir buscar água na cozinha de tanta preguiça? Então, nesses dias nós ligamos pro delivery de qualquer coisa que traga a comida pronta/picada/que não faça sujeira, e comemos, pode ser pizza, yakissoba, lanche ... não é recorrente, mas acontece, e como a Yasmin reage? Ela adora, fica tão empolgada que até conversa com o entregador!
Pra esse tipo de comida, não tem drama nenhum, ela come super bem, o problema está com refeições de verdade.
Todo santo dia eu faço comida fresca, e isso inclui arroz, feijão, algum tipo de carne (pode ser carne vermelha, frango ou peize), um legume cozido e uma salada. Todo dia, de segunda a segunda, salvo os dias da preguiça (coisa de umas duas vezes no mês, até pq eu mereço uma folguinha, nénão?)
Antes ela comia super bem, tudo que eu colocava no pratinho ela mandava pra dentro, mas agora começamos com esse drama, e ela só quer comer arroz!
Arroz, branco, puro, sem nada, nem mistura, nem feijão, simples assim, quer comer um prato cheio de arroz nas refeições, a propósito, a única coisa que ela quer comer que não é arroz, é tomate, carinhosamente chamado de máti por ela.
Se eu quero que ela coma carne, tenho que colocar só carne no prato, esconder o arroz a sete chaves longe do campo de visão dela, e implorar pra que ela coma, falo que é o que tem e que se ela não quiser vou dar toda a comida pra Marie e ela vai ficar sem, nisso ela come cerca de metade do que eu coloquei e não quer saber de mais nada, aí sim eu dou o arroz, haha.
De umas duas semanas pra cá tem sido isso, tanto pro almoço quanto pra janta.
Frutas ela come sem problemas, desde que não estejam geladas, adora manga, morango, kiwi, laranja, banana, melancia, mamão, abacate ... come super bem, sempre pico fruta pra nós duas, e ela come a minha parte e a dela, fico feliz, pq frutas fazem bem.
Porcarias, porcarias ela come melhor ainda.
Não sou hipócrita, de vez em quando rola um salgadinho sim, um chocolate, um sorvete, um biscoito recheado ... aliás, biscoito recheado ela come só o recheio e me dá as casquinhas, assim, na cara dura.
Sucos ela toma sem pestanejar, nunca vi gostar de suco como ela gosta, laranja, maracuja, jaboticaba, maçã, limão, uva, noto que ela é como eu, tem preferência pelos sucos mais ácidos, azedinhos, e justamente esses acentuam as assaduras nela, é dar um bom suco de maracujá e ela fica vermelhinha, por isso evito, a propósito, não costumo dar suco de caixinha pra ela, toda vez que dou procuro dar natural.
E o leite? Leite é a paixão dela, ama tomar leite, puro, sem mucilon nem nada que altere sabor, e isso vale pra Nescau, Tody, Nesquick, açúcar, ela gosta de leite puro. Dou leite Ninho, não o fases, aquele fortificado, sabe? Até pq Ninho fases não é leite, é composto lácteo.
Em um dia normal ela toma cerca de 3 a 4 mamadeiras, maiiiiis as coisas que vou oferecendo no decorrer do dia, almoço, jantar, queijo, pão, frutas... ou seja, ela se alimenta bem, mas na hora das principais refeições, sofro!
Ela está saudável, na curva de peso e de altura certinha, é uma criança dentro dos parâmetros, mas a gente se preocupa né, quero que ela coma bem, não sei ainda se isso é fase, se vai passar, espero que seja fase, não quero dar nenhum tipo de suplemento alimentar pra ela, não que eu seja contra os Nutrens e Sustagens da vida, nada disso, mas é algo que eu não gostaria de incluir na alimentação dela pq não acho necessário aos meus olhos, mas se a pediatra recomendar caso o problema pra ela comer persista, darei, mas darei com cara de "tô dando, fazer o que, né?"
Então é isso, desabafei, me sinto até mais leve depois de escrever tudo isso, e fica a perguntinha pra quem tem filho nessa idade:
É isso mesmo produção? Eles ficam chatEeeeenhos assim pra comer, fazendo drama e se distraindo até com a mosca do outro lado da rua?
#socorro
Beijos e boa semana
♥
4 de março de 2013
Alfabetizando em casa
Como a torcida do Flamengo sabe, por uma infinidade de motivos, Mimi não vai pra escola ainda, se antes meus planos eram coloca-la na escolinha no segundo semestre de 2013, agora com essa história de mudança e tudo mais, foi adiada pro primeiro semestre do ano que vem.
Eu sei que a escolinha traz muitos benefícios pra criança em matéria de aprendizado, em matéria de socialização, aprender a dividir as coisas ... mas ela só irá pra escolinha ano que vem, e mesmo assim, meio período, somente de tarde, não quero nada integral.
Não nego que sou insegura quanto a isso, meu coração se aperta só de pensar. Sei que é egoísmo "priva-la" de infinitos amiguinhos, mas quero deixa-la debaixo da minha asa esse período, o que vou dizer a seguir soa totalmente retrô e inadequado, mas ela terá toda a infância pra se socializar e ter amiguinhos, e eu acho muito importante ficar com ela esses anos, afinal, criança nessa idade é uma esponja, absorve tudo, e educação pra mim não é apenas aprender a ler, fazer cálculos, escrever ... educação vai bem além disso, educação provém de exemplo, não que na escola ela não terá bons exemplos, mas acho que nessa fase da primeira infância a criança precisa estar com a família.
Na verdade, acho que faço esse discurso todo pra me convencer dos motivos pelos quais quero ela em casa comigo, no fim, acho que sou muito mais dependente dela do que ela de mim, meus dias ficam vazios sem ela por perto, não gosto de ficar longe ...
Mas enfim, fato é que quero tornar nossos dias mais produtivos.
Fazemos muitas coisas recreativas, depois que termino meu serviço fico com ela, e aí é só alegria, brincamos de balanço, desenhamos com lápis de cor, giz de cera e canetinhas, fazemos pinturas com tinta guache, colagens das mais diversas, leio pra ela, cantamos, assistimos desenhos, vamos ao parquinho quando não chove, ensinei partes do corpo pra ela e ela sabe direitinho o que é o que e até me mostra, ensino palavras novas ... e por aí vai, mas sabe quando você sente que a criança precisa de mais?
Então estou me sentindo exatamente assim, e agora cismei que quero ensinar as letras do alfabeto, os números (identifica-los no papel) e as cores.
Como farei isso? Não faço a mínima ideia, estou pesquisando e lendo muito sobre o assunto, pq quero apenas ajudar e até onde li, muitos pais nessa de querer ajudar acabam prejudicando o aprendizado do filho, e prejudicar é algo que eu não quero , por isso estou lendo cuidadosamente como ensina-la sem traumatiza-la, logo logo colocarei algumas ideias em prática e venho contar se estou progredindo em alfabetiza-la.
Mais detalhes eu conto nos próximos capítulos dessa novelinha que vai ser a alfabetização dela em casa!
♥
2 de junho de 2011
O primeiro aninho!
Daí que eu acho que organização é a palavra chave pra tudo sair perfeito, independente em qual âmbito da vida da pessoa, e isso se aplica a festas também, quanto mais organizada, mais próxima da perfeição ela pode chegar! (sim, eu sou perfeccionista!)Como sou uma pessoa muito precipitada, desde que estava grávida vinha elaborando mentalmente a festa de um ano da Yasmin, convidados, local, horário, pratos servidos e tudo isso que é relacionado a uma festa.
A única coisa qe eu tenho certeza é o tema, não gosto de temas prontos, Backyardyigans,Minie e Mickey, Pocoyo, Pequena Sereia, Princesas, nada disso, não quero algo pronto, quero algo diferenciado, quero algo diferente, feminino e encantador, e pensei no tema floral.
Nada de jardim encatando, não quero árvores nem nada disso (não tenho nada contra árvores, heim) quero tudo decorado com flores, pensei em usar rosas brancas com mais alguma flor, e deixar a fofura por conta de insetinhos fofos que farão parte da decoração do bolo, docinhos e afins, e os insetinhos escolhidos são abelhinhas, borboletinhas e joaninhas, tenho que fazer as artes e ver como ficam, mas a principio é isso!
Pensei em alugar um salão, depois pensei em alugar uma chácara, cotei preços em buffets infantis e a verdade é que não cheguei a conclusão nenhuma, até porque isso tudo depende do número de convidados, e é exatamente aí que mora meu problema!
Não temos muitas pessoas pra chamar pra festa dela, entre meus familiares (porque os dele não virão), amigos, amigos do trabalho e vizinhos, dá um total de 45 pessoas, portanto o buffet infantil está descartado, até porque o propósito de um buffet infantil é entreter as crianças, e eu não tenho amigos, conhecidos e vizinhos que tenham filhos pra se divertirem com as atrações que um buffet infantil pode oferecer.
Sei que não é todo mundo que tem saco pra festinha de criança, então, dos que comparecerão com certeza trissoluta eu posso contar com uns dez no máximo, e é por isso que fico me perguntando se vale apena investir no aluguel de um salão, chácara, em infinidade de comidas e ter super prejuizo, e quando digo super prejuizo não me refiro à fazer uma festona e ela não ganhar presentes, digo isso no sentido de sobrar muita comida e bebida e não saber o que fazer.
Pensei em fazer em casa, mas aqui o espaço é pequeno demais pra acomodar as pessoas de modo confortavél, depois pensei em fazermos tudo em um restaurante que tenha espaço pra festas (sabe esses onde tem almoço de casamento com espaço pro bolo e fotos, então um desses mesmo...), e acho que essa é a melhor escolha, porque aí tenho que me preocupar com a decoração a ser usada, bolo, docinhos e lembrancinhas, faço isso num número razoavél e a comida fica por conta do restaurante e depois pagamos a conta do que for consumido!
A verdade é que eu tô meio perdida, e sei que no fim das contas aparecerão poucos amigos e os familiares que eu posso contar são só os meus, e perdida assim eu não consigo pensar em muita coisa a não ser na coisa que eu mais gosto de faze, as artes, então, primeiramente vou me dedicando à isso e o restante eu penso depois, fazer o que neah?
Mas e vocês meninas, já estão pensando na festinha de um ano ds seus bebês?
Como farão?
E pras mamães que já fizeram, as pessoas faltam muito? Qual a quantia de comida, bebida e todas essas coisas que tiram o sossego da gente?
Beijos
Juu
23 de maio de 2011
Seria muita maldade?
Daí que durante a gravidez eu li tudo que pude sobre bebês (e acho que todas nós lemos, neah?), até que ouvi falar no tal do livro Nana nenê.A técnica do livro é simples e clara, a partir do oitavo dia de vida (sim, oitavo dia, pequetito de tudo) você deixa ele chorar que uma hora ele aprende e para!
Lógico que antes você se certifica se não é fome, dor ou caquinhas, se for, você providencia a solução, e se não for nada disso, deixa a coitada da criança chorar!
É agüentar firme, se o bebê chorar dez minutinhos, agüenta firme que ele vai aprender, se for uma hora de choro, uma hora ele aprende, e assim vai! Uma hora vai passar, até porque chorar cansa, e ele deve dormir de cansaço.
Não sei se alguma mamãe aqui leu o livro e segue a técnica do autor, porém, porém, porém, durante minhas leituras sobre psicologia infantil (pq minha intenção sempre foi ser uma super mãe) o aparelho psíquico dos bebês não está desenvolvido a ponto de saber esperar (por isso eles são muito imediatistas), e que durante os horários mais inesperados eles sentem necessidade sim, de colo, carinho, amor, aconchego, não é manha como muitos dizem, é uma necessidade psciologica que os bebês tem!
E o que fazer? Eu faço o que ela quer, oras! Dou colinho, beijinho, nino, brinco, aninho, e tooooooooodas essas coisas que mãe tem que dar pro bebê sim.
A técnica do tal doutor funciona sim, lógico que funciona, pois se o baby chorou hooooooooooooorrores, gritou, e a mãe dele – que é a pessoa que ele tem o maior vínculo, maior confiança, maior necessidade e apego – não veio em seu socorro, o que lhe resta?
Desistir, não chamar mais por aquela que deveria lhe proteger e amparar quando ele sente medo*, afinal, se ela não o atendeu, ele se condiciona aquilo e para de chamar, já que ela não virá em seu socorro mesmo.
Pra mim, tem que ter estômago pra fazer um negócio desses com o bebê, pra mim isso é crueldade, tortura com alguém tão pequenininho.
E eu dei essa volta gigante pra chegar na minha questão que é a seguinte:
Yasmin chorou, lá tô eu plantada do lado dela, pegando no colo, fazendo carinho, cantando e todas as coisas que eu sei que a alegra.
E quando eu digo que to lá do lado dela é do lado mesmo, num pulo, se a menina chorou eu paro o que estou fazendo e vou em “socorro” dela, as vezes eu paro o banho, paro de fazer a comida que está no fogo, paro de comer, paro de me vestir e estou ali de prontidão ao lado dela.
Só que, isso tá acabando comigo, eu não consigo concluir minhas tarefas e se concluo é em tempo de tartaruga, levo duas horas pra estender dez peças de roupa no varal, a manhã toda pra fazer um almoço e por aí vai...
Lógico que se tem alguém me ajudando, a coisa anda mais rápido, pq aí ela não chora por se sentir sozinha ou por querer colo, e sim, eu levo ela aonde eu vou, no quintal, na cozinha , no banheiro ...
Enfim, a minha pergunta é:
Vocês atendem seus bebês na hora exata que eles querem ?
Deixam ele esperando nem que sejam dois minutinhos?
Como vocês agem quando ele chora?
Eu serei má, uma mãe ruim se fizer ela esperar um tmepinho só pra atendê-la ?
Não quero fazê-la esperar duas horas, mas será que dois minutinhos farão mal?
Ôoooo céus, essas dúvidas estão me corroendo o juízo!
Beijos a todas e boa semana!
Juu
*os bebês sentem medo variados de acordo com sua idade, a partir do 0 mês o bebê já desenvolve o medo, mas para cada etapa de vida, um medo diferente. Mais informações aqui!
1 de abril de 2011
O RG que não foi + Salto de desenvolvimento
Adiamos essa história do RG, e por hora vou fazer o que a Priscila disse que fez com Vitor Hugo, vou andar com uma cópia autenticada da certidão, e sinceramente, eu me julgando o serumano mais pensante da face do universo não sei como não tive essa idéia!
Por enquanto é isso, mas como ser instável que sou, se segunda feira me der uns cinco minutos eu arrumo ela e lá vamos nós.
Confesso que tentei seguir as dicas da Encantadora de Bebês no que diz respeito ao colo, de acalmar no colo e colocar de volta no berço – aliás, ela não gosta do berço – mas é difícil e eu desisti, não tinha feito o que ela sugere nem dez vezes e já estava com o ciático doendo e com as costas como se tivesse oitenta anos!
Estou ligando isso ao salto de desenvolvimento, porque ela está muito grudadinha em mim, e notei mudanças significativas, agora ela solta gritinhos mais fofos ainda, vira no trocador e onde quer que seja significativamente - a ponto de cair se não olharmos - está bem mais espertinha e fica olhando o móbile enquanto ele toca!
Posso considerar isso como salto?
Mamães mais experientes que eu, como funciona isso de salto de desenvolvimento?
Agora é esperar essa fase passar – o salto – porque por mim, ela seria desse tamaninho pra sempre!
Juu
O RG que não foi + Salto de desenvolvimento
Adiamos essa história do RG, e por hora vou fazer o que a Priscila disse que fez com Vitor Hugo, vou andar com uma cópia autenticada da certidão, e sinceramente, eu me julgando o serumano mais pensante da face do universo não sei como não tive essa idéia!
Por enquanto é isso, mas como ser instável que sou, se segunda feira me der uns cinco minutos eu arrumo ela e lá vamos nós.
Confesso que tentei seguir as dicas da Encantadora de Bebês no que diz respeito ao colo, de acalmar no colo e colocar de volta no berço – aliás, ela não gosta do berço – mas é difícil e eu desisti, não tinha feito o que ela sugere nem dez vezes e já estava com o ciático doendo e com as costas como se tivesse oitenta anos!
Estou ligando isso ao salto de desenvolvimento, porque ela está muito grudadinha em mim, e notei mudanças significativas, agora ela solta gritinhos mais fofos ainda, vira no trocador e onde quer que seja significativamente - a ponto de cair se não olharmos - está bem mais espertinha e fica olhando o móbile enquanto ele toca!
Posso considerar isso como salto?
Mamães mais experientes que eu, como funciona isso de salto de desenvolvimento?
Agora é esperar essa fase passar – o salto – porque por mim, ela seria desse tamaninho pra sempre!
Juu
20 de fevereiro de 2011
Visitas - Prazer ou tortura ? - 04 dias
Daí que como já dito antes eu sou um bichinho anti-social mesmo, e tenho pensado muito nas visitas que iremos receber depois que a Mimi nascer.Não sei se a palavra certa é anti-social, acho que posso usar também a palavra reservada, enfim, tenho pensado nas visitas que receberemos.
Não, não temos muitos amigos pra lotarem a casa durante as visitas, mas sei que os poucos amigos e conhecidos que temos querem conhecer a Yasmin, e como faltam apenas 04 dias pro grande dia, acho que é hora de pensar nisso sim, e mais que isso, pensar em como não aumentar o meu nível de estress com as visitas.
Antes de mais nada, de ser taxada como “a” chata, eu sei que as pessoas visitam os bebês porque querem conhecer a criaturinha fofinha que acabou de nascer, que vão por boa vontade, pra mostrarem como somos queridos, geralmente trazem alguma lembrancinha pro bebê com a maior das boas intenções, mas isso tudo não quer dizer que a visita não vá ser um martírio – e nesse caso eu tô falando de gente inconveniente que não toma prumo e não percebe que tá incomodando!
Ficarei internada até sábado, e confesso que tenho preferência por receber visitas na maternidade.
Explico:
Na maternidade eu não terei que me preocupar com almoço e jantar, em oferecer biscoitinhos e cafezinho, com a limpeza da casa, com louça na pia, com roupa pra lavar e por aí a fora , na maternidade minha preocupação é apenas cuidar de mim e da minha filhotinha, não tenho que me preocupar se as pessoas estão bem acomodadas e bem servidas.
Levando tudo isso em conta, prefiro receber as visitas na maternidade do que em casa, acho que quanto menos preocupação eu tiver no início melhor, acho até que visita em casa tinha que vir depois do primeiro mês, afinal de contas, até a mãe e o bebê se adaptarem a mudança que estão vivendo, isso leva tempo.
Na verdade eu sou
Fora que, tem visita que é sem noção mesmo, chega falando alto, tirando o bebê do berço, tocando o inferno na casa, e eu que sou a compostura em pessoa acho que num momento desse mando a pessoa ir enxugar gelo sem pensar duas vezes, e ainda passo por neurótica né?
Fora que, quero que todo mundo higienize corretamente as mãos sim antes de pegar a Yasmin no colo – isso se ela estiver acordada, pq ninguém vai tirar minha filha do berço se ela estiver dormindo, vai ficar ali admirando ela dormir apenas, morrendo de vontade de pegar, mas não vou deixar ninguém atrapalhar o sono dela.
Não vou colocar a Mimi numa redoma de vidro não, muito menos a manterei numa bolha como o Jimmy Bolha, mas morro de medo de infecção cruzada – que é muito mais freqüente do que imaginamos.
Deixa ela ter contato com as bactérias do pessoal de casa que já tá bom!
Sinceramente, se a visita não ligar antes perguntando se pode vir ou não eu não vou sofrer nem um pouco se não tiver nada pra oferecer pra ela, não vou descer minhas panelas pra preparar alguma coisa, vai ter que se contentar com uma xícara de café e pronto, quem tem obrigação de avisar que vem é a visita, eu não sou vidente, não tenho que adivinhar que ninguém tá vindo!
Se fulano liga perguntando se pode vir, eu posso me preparar pra visita, e ninguém vai me pegar em casa de pijama e com o cabelo desarrumado, mas se não avisar fica difícil, e o pior é que ainda é capaz de sair falando mau, que eu tô me cuidando pouco e todas essas coisas que o povo fala mesmo e a gente sabe que é verdade.
A minha sorte é que essas visitas sem noção na maioria serão de parentes, porque são poucas as pessoas de fora que freqüentam minha casa, mas espero ter muita sabedoria pra lidar com os non senses da vida viu, porque fácil eu sei que não será.
Vou engolir uns sapos aqui e ali, mas vai passar, até porque eu tenho freio na língua, mas o Pablo não tem não, e se ele ver que estão abusando da minha boa vontade ou me fazendo de tonta ele não pensa duas vezes em pedir pro povo levantar acampamento e me deixar sossegada – ele fala mesmo e não tá nem aí, e eu agradeço por ele ser assim, pq isso já me salvou de várias coisas.
E é por esses e outros infinitos motivos que sim, eu prefiro que o povo nos visite na maternidade que em casa.
Enfim, espero conseguir lidar com isso do modo mais educado e tranqüilo possível, porque fácil eu sei que não vai ser mesmo!
A cada dia que estamos mais perto do parto sinto que minha sanidade mental está indo pra mais longe ...
E vocês, como agiram ou agiriam no meu lugar? Tô sendo muito fresca, neurótica e exagerada? Melhor relaxar mais ... ?
Super beijo à todas
Boa semana
Juu e Yasmin
.
Visitas - Prazer ou tortura ? - 04 dias
Daí que como já dito antes eu sou um bichinho anti-social mesmo, e tenho pensado muito nas visitas que iremos receber depois que a Mimi nascer.Não sei se a palavra certa é anti-social, acho que posso usar também a palavra reservada, enfim, tenho pensado nas visitas que receberemos.
Não, não temos muitos amigos pra lotarem a casa durante as visitas, mas sei que os poucos amigos e conhecidos que temos querem conhecer a Yasmin, e como faltam apenas 04 dias pro grande dia, acho que é hora de pensar nisso sim, e mais que isso, pensar em como não aumentar o meu nível de estress com as visitas.
Antes de mais nada, de ser taxada como “a” chata, eu sei que as pessoas visitam os bebês porque querem conhecer a criaturinha fofinha que acabou de nascer, que vão por boa vontade, pra mostrarem como somos queridos, geralmente trazem alguma lembrancinha pro bebê com a maior das boas intenções, mas isso tudo não quer dizer que a visita não vá ser um martírio – e nesse caso eu tô falando de gente inconveniente que não toma prumo e não percebe que tá incomodando!
Ficarei internada até sábado, e confesso que tenho preferência por receber visitas na maternidade.
Explico:
Na maternidade eu não terei que me preocupar com almoço e jantar, em oferecer biscoitinhos e cafezinho, com a limpeza da casa, com louça na pia, com roupa pra lavar e por aí a fora , na maternidade minha preocupação é apenas cuidar de mim e da minha filhotinha, não tenho que me preocupar se as pessoas estão bem acomodadas e bem servidas.
Levando tudo isso em conta, prefiro receber as visitas na maternidade do que em casa, acho que quanto menos preocupação eu tiver no início melhor, acho até que visita em casa tinha que vir depois do primeiro mês, afinal de contas, até a mãe e o bebê se adaptarem a mudança que estão vivendo, isso leva tempo.
Na verdade eu sou
Fora que, tem visita que é sem noção mesmo, chega falando alto, tirando o bebê do berço, tocando o inferno na casa, e eu que sou a compostura em pessoa acho que num momento desse mando a pessoa ir enxugar gelo sem pensar duas vezes, e ainda passo por neurótica né?
Fora que, quero que todo mundo higienize corretamente as mãos sim antes de pegar a Yasmin no colo – isso se ela estiver acordada, pq ninguém vai tirar minha filha do berço se ela estiver dormindo, vai ficar ali admirando ela dormir apenas, morrendo de vontade de pegar, mas não vou deixar ninguém atrapalhar o sono dela.
Não vou colocar a Mimi numa redoma de vidro não, muito menos a manterei numa bolha como o Jimmy Bolha, mas morro de medo de infecção cruzada – que é muito mais freqüente do que imaginamos.
Deixa ela ter contato com as bactérias do pessoal de casa que já tá bom!
Sinceramente, se a visita não ligar antes perguntando se pode vir ou não eu não vou sofrer nem um pouco se não tiver nada pra oferecer pra ela, não vou descer minhas panelas pra preparar alguma coisa, vai ter que se contentar com uma xícara de café e pronto, quem tem obrigação de avisar que vem é a visita, eu não sou vidente, não tenho que adivinhar que ninguém tá vindo!
Se fulano liga perguntando se pode vir, eu posso me preparar pra visita, e ninguém vai me pegar em casa de pijama e com o cabelo desarrumado, mas se não avisar fica difícil, e o pior é que ainda é capaz de sair falando mau, que eu tô me cuidando pouco e todas essas coisas que o povo fala mesmo e a gente sabe que é verdade.
A minha sorte é que essas visitas sem noção na maioria serão de parentes, porque são poucas as pessoas de fora que freqüentam minha casa, mas espero ter muita sabedoria pra lidar com os non senses da vida viu, porque fácil eu sei que não será.
Vou engolir uns sapos aqui e ali, mas vai passar, até porque eu tenho freio na língua, mas o Pablo não tem não, e se ele ver que estão abusando da minha boa vontade ou me fazendo de tonta ele não pensa duas vezes em pedir pro povo levantar acampamento e me deixar sossegada – ele fala mesmo e não tá nem aí, e eu agradeço por ele ser assim, pq isso já me salvou de várias coisas.
E é por esses e outros infinitos motivos que sim, eu prefiro que o povo nos visite na maternidade que em casa.
Enfim, espero conseguir lidar com isso do modo mais educado e tranqüilo possível, porque fácil eu sei que não vai ser mesmo!
A cada dia que estamos mais perto do parto sinto que minha sanidade mental está indo pra mais longe ...
E vocês, como agiram ou agiriam no meu lugar? Tô sendo muito fresca, neurótica e exagerada? Melhor relaxar mais ... ?
Super beijo à todas
Boa semana
Juu e Yasmin
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15 de dezembro de 2010
Medos e receios de uma mãe de 1ª viagem ...

Isso significa que minha princesinha chega daqui aproximadamente dois meses – e como o tempo voa!
Nesses momentos em que o tempo literalmente voa eu paro e me pergunto um monte de coisas, mas uma infinidade de coisas mesmo.
Não tenho medo das coisas, mas diversos receios, acho que tudo que é novo na vida da gente faz com que o coração fique pulsando mais aceleradinho, meus receios podem virar até lista de tantos que são, vamos lá:
- Derrubar a Yasmin
Sou um pouco desastrada, as coisas caem da minha mão com uma facilidade incrível, podem me chamar um milhão de vezes que se estou desligada não ouço – antes da gravidez era assim, agora tá pior ainda...
Bebês são tão molinhos, tão delicados, temos que cuidar deles com tanto cuidado que eu MORRO de medo de derrubar a Yasmin, de me descuidar meio segundinho e plofff a menina cair no chão.
Acho que nunca me perdoarei se acontecer um negócio desse, eu surto!
- Dar banho
Taí um negócio que me gela a espinha, o banho do nenê!
Aqui é o mesmo princípio do medo de derrubá-la, tão molinha, tão delicada... aquela pele tão lisinha que tenho medo que escorregue.
O banho no balde parece uma ótima alternativa pra eu que morro de medo de banho na banheira, mas como lavar um bebê no balde ?
Até pq o banho de balde é mais pra ela relaxar né, logo, não tem como fugir do banho na banheira.
Gosto da idéia de dar banho nela no chuveiro, Super Marido segura ela embaixo do chuveiro enquanto eu lavo e depois levo pro quarto pra enxugar e tudo mais, mas não dá pra ser todo dia né? Afinal alguém nessa casa trabalha, e no caso é ele!
Minha mãe disse que quer dar banho nela, e de verdade, acho que nos primeiros dias ou enquanto eu estiver super insegura só vou observar minha mãe banhando a pequetita.
- Não dar conta do recado
É, andar com um bebê dentro da barriga onde ele está seguro, quentinho, sem fome e totalmente protegido é muito mais fácil do que quando ele tá aqui fora, dependendo da gente pra tudo e principalmente pra sobreviver.
Sempre tem aquelas pessoas que chegam e dizem que é pra curtir enquanto tá dentro da barriga pq depois que sair a coisa é mais difícil.
Concordo que não deva ser fácil, mas as pessoas falam de uma maneira como se cuidar de um bebê fosse um bicho de sete cabeças, que mãe de primeira viagem sofre por não ter experiência nenhuma com criança e que tem que rebolar muito pra dar conta do recado.
Tá deve ser difícil, mas não impossível como alguns dizem, e as pessoas ainda tem o “bom senso” de contar aqueles casos super legais que aconteceram com a prima da costureira da vizinha da tia avó em que a mãe de primeira viagem descuidou do bebê e aconteceram diversas atrocidades com ele, e pra finalizar falam que só tão contando a nível de conhecimento, que nada disso vai acontecer com a gente ... ai que ódio que eu sinto quando ouço dessas
- Marie
Não tenho medo que a Marie morda a Yasmin, avance nem nada disso, tô preparando ela desde já, converso, mostro as roupinhas e até coloquei ela dentro do carrinho da neném pra ela ver como é e dei uma voltinha pela sala de casa (parece coisa de gente doida, mas é o meu jeito de lidar com ela e mostrar que vai vir mudança por aí, e acho que ela entende).
Meu medo é que ela fique depressivinha, que a atenção que continuaremos a dar pra ela não seja suficiente.
Sei que ela vai sentir o impacto da chegada da bebê, afinal, a casa é dela, somos dela, mas quero amenizar isso pra que ela não sinta tanto.
Sei que meu amor e meu carinho nunca vão diminuir, mas o amor da vida dela é o Pablo, e não sei se ele vai saber dividir a atenção dele entre as duas, e meu medo é que ela sinta essa diferença e fique doentinha ou se revolte e destrua a casa.
- Amamentar
Já fiz um post sobre isso, mas amamentar também me dá medo.
Medo de não conseguir e desistir pela dor, medo de uma infinidade de coisas que podem fazer a amamentação não dar certo.
Sei que o que manda é ter força de vontade, mas tenho medo de não ter força de vontade por mais que queira.
- Parto
O parto antes era algo que me dava um super medo, agora dá um medinho só, mas ainda tenho medo e fico indecisa sobre que tipo escolher caso eu tenha boas condições de saúde que me permitam isso.
Mas deixa isso pra um capítulo mais adiante.
Sei que darei conta de tudo isso que mencionei acima, mas é tudo novidade pra mim, então tenho que esperar pra ver como lidarei com a situação.
Espero tirar de letra e tenho certeza que com um pouco de esforço eu e Pablo seremos os melhores pais que a Yasmin poderia ter, mas que dá medo isso dá, é muita mudança em tão pouco tempo.
Tô ansiosa pra chegada dela, pra conhecê-la, pra pegar no colo, pra provar do mais puro e verdadeiro amor, mas enquanto grande dia não chega ... o que me resta é esperar!
E vocês, tem medo de que ???
Beijos à todas
Mommy Juu – com a ansiedade batendo na portinha do coração
.
6 de outubro de 2010
As benditas lembrancinhas ...
Todas as vezes que fui visitar um recém nascido a única pessoa que ganhava lembrancinha era a mulher, se o marido vai com a esposa visitar o bebê que nasceu, azar dele, não tem lembrancinha pra ele não, só pra mulher, se vai criança junto pior ainda, pq quem ganha é só a mulher, e é pensando assim que comecei a pensar como seria a lembrancinha da Yasmin ou do Gabriel.
A própria palavra já diz, é lembrancinha, e não presente, portanto, é um mimo pela visita, afinal, quem tem que ganhar presente é o bebê que acabou de chegar no mundo neh ?
Acho legal ter bastante dindin disponível e investir horrores
Pensando assim, cheguei a conclusão que a lembrancinha tem que ser algo simples, que não ocupe um mega espaço, que não seja tranqueira (cacareco), tenha vida útil rápida, todo mundo goste e que homens, mulheres e crianças possam ganhar.
Uma coisa com todas essas características só tem um nome (não , não é dinheiro) é CHOCOLATE.
Eu adoraria dar a cada um que fosse nos visitar um Lindt, massss não dá, ai fico com o nosso famoso e delicioso Sonho de Valsa.
A idéia é simples, um saquinho de pano branco, com tule branco por dentro saindo pelas beiradas o sonho de valsa lá dentro e pra arrematar fia de cetim, azul ou rosa (clássica né?) ouuuu dourada, daquelas que tem arame bem fininho nas extremidades pra dar vigor ao laço‼
Desconfio que em fevereiro estará calor, e que se não tomar cuidado os chocolates poderão derreter, porém, tenho quase certeza que no quarto tem frigobar, portanto, é só enfiar a cesta lá dentro‼
Assim, crianças, mulheres e homens ganham alguma coisa, pq continuo pensando que ir fazer uma visita na maternidade e não ganhar nem um mimo deve ser chato, ainda mais se vc for homem, fica lá, com cara de pastel, se for criança então, cisma que quer o “brinde” e é aquele Deus nos acuda ...
Será que vai dar certo ???
Esse é o modelinho base que eu fiz, o que acharam ?
Com amor
Mommy Ju
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Não tô fazendo as coisas em rosa pra ser tendenciosa, é apenas a cor que eu gosto, e como tudo é um teste, prefiro fazer nessa cor mesmo, até pq meu enxoval tá mais parado que carro em engarrafamento às seis da tarde.
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22 de setembro de 2010
Maternidade é renúncia ...
Explico:
Daí que na minha cabeça terminar meu curso seria mega fácil.
As coisas funcionariam exatamente assim:
Em janeiro eu com um mega barrigão entraria de licença maternidade pq não iria conseguir ir pro estágio (já que o retorno do ano que vem é dia 26/01 e diretão pro estágio), iria juntar a licença com as férias de julho, e ficaria seis meses longe da escola.
Pra não perder o pique, mais simples ainda, não iria assistir aula, mas toda sexta feira iria até a escola pegar o conteúdo e estudaria em casa, nesse período de afastamento iria pra escola só em dia de prova pra poder fazê-las e voltava feliz e contente pra casa rapidinho pra ficar com o filhote.
Isso na minha cabeça.
Mas em julho voltando às aulas e pra correria habitual de sempre, também voltamos com estágio, saindo às seis e meia da manhã de casa, e chegando aqui em torno das três e meia da tarde.
Fazendo as contas isso dá nove horas fora de casa, isso na melhor das possibilidades.
E uma colega de curso me perguntou sem rodeios se eu terei coragem de deixar um bebezinho de seis meses em casa, com quem quer que seja da minha confiança – Pablo, minha mãe, minha irmã, meu pai e ficar quase dez horas fora de casa.
Eu que tenho resposta na ponta da língua pra tudo fiquei sem saber o que falar.
E ela tem razão, um bebezinho de seis meses é dependente da mãe, e mãe é mãe, ninguém substitui isso, tem amamentação, tem diversas coisas que só eu posso fazer por ele. Tá certo que outras pessoas podem fazer algumas das coisas (não tão bem quanto eu, pretenciosa?) , e eu confio de olhos fechados nos meus pais, marido, e na minha irmã, mas dez horas fora de casa é mais da metade do dia de um bebê, ou seja perderei mais da metade do dia do meu filho, e não quero vê-lo só a dormir, quero ser uma mommy participativa, quero que ele sinta minha presença e que o porto seguro dele está por perto a todo momento (ou pelo menos até ele saber desvincular que eu sou uma pessoa e ele é outra).
E ai que falei com o Pablo ontem de noite que eu não tinha pensado por esse prisma ainda, da dependência do bebê, da minha presença com ele e tudo mais.
E ele disse que já estava pensando nisso, sabe que eu quero muito me formar, mas que seriamente quer cortar meu curso ano que vem, quer que eu fique pelo menos até o primeiro ano do pequeno ou da pequena cuidando dele ou dela.
Não concordei nem discordei, fiquei quieta, e acho que no fim das contas vai ser isso mesmo, fico um ano em casa e depois volto em 2012.
Mas esse assunto tá me deixando com a pulguinha atrás da orelha.
Até pq uma hora terei que voltar a trabalhar – mesmo detestando trabalhar, tenho que ajudar com as despesas do lar, com os gastos e tudo mais, e uma hora ou outra vou ter que me separar do meu filhote, as vezes acho que a separação é mais doída pra mãe do que pro filho, mas acho que um bebê de seis meses sente falta sim.
Sinceramente, não faço a mínima idéia da decisão que irei tomar, se vou trancar o curso até 2012, se vou quebrar o pau com o marido (pq sei que vamos acabar discutindo se eu disser que pretendo deixar o bebê em casa pra estudar, independente das condições), não sei.
A única certeza que tenho é que mãe tem que participar da vida do filho sim‼ A maternidade foi uma coisa que eu escolhi, e desde o princípio sabia que não seria fácil, que teria que fazer escolhas, adiaria alguns sonhos em prol desse que é o maior.
Não sei se é pelo exemplo que tive em casa, mas minha mãe quando decidiu ter a minha pessoa e minha irmã, simplesmente parou tudo pra cuidar da gente, pra se dedicar, ela foi mãe em tempo integral, sem descanso, 25 horas por dia, TODOS os dias de nossas vidas, e vendo o que sou e o que minha irmã é, tenho certeza que foi a melhor escolha que ela fez.
Sempre esteve presente em tudo, desde o primeiro sorriso até meu casamento - não perdendo nenhum momento de nada (andar de bicicleta sem rodinhas, parar de tomar leite na mamadeira, formaturas do jardim de infância, queda do primeiro dente ...).
Não me atrevo a dizer que serei uma mãe melhor que ela ou pior, mas ela é meu espelho, e quero ser tão boa pro meu filho como ela foi e é comigo e com a minha irmã.
Ahhh, e não tiro o mérito do meu pai também (vai que ele lê isso aqui né ?), meu pai foi um super pai, literalmente o meu herói em todos os sentidos, e ainda é ‼
É é com tudo isso na cabeça que eu fico matutando ...
Procuro não pensar nisso e sofrer por antecedência, vou deixar o barco correr e em janeiro eu decido, mas sim, no fim das contas acho que vou trancar.
Sou uma grávida que tem mais perguntas do que respostas ...
Como eu adoraria ter respostas pra todas minhas dúvidas viu ...
E enquanto isso, sigo pensando ‼
Beijos
Mamãe Jú
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2 de agosto de 2010
Parto - um dilema

E daí acontece que a coisa que mais me assusta no mundo quando se fala de gravidez é o parto.
O bebê entrou, e ele tem que sair, e o que me apavora é esse “jeito” que ele vai sair.
Por motivos meus e totalmente particulares eu sou a favor do parto normal (não condenando de modo algum a cesarea), e levo muiito em conta a possibilidade de tê-lo, mas confesso que não descarto a possibilidade de uma cesarea totalmente eletiva, seguindo mapa astral e tudo mais.
Tenho uma professora que é enfermeira obstetra e faz partos domiciliares (com um médico acompanhando e talz, tudo mega certinho) e tem a banheira inflavél, e a bolona, e massagens e essas coisas de partos domiciliares, e durante as aulas quando ela relata os partos eu fico doida, ao meu ver é lindo demais, e eu cogitei a possibilidade de tentar ter um parto assim em casa ou em um hospital humanizado, e inocentemente fui falar com o marido, sabe, jogar um verde pra colher madurinho, daí que ele ficou doido.
Não concordou por 14 milhões de motivos, disse que morre de medo que eu tenha uma crise de asma no meio do parto de tanto fazer força e que aconteça algo comigo e com o bebê. (apavorado né?)
Minha mãe disse que como sou toda fresca e ODEIO sentir qualquer tipo de dor que já fico toda mole, disse que acha melhor eu fazer como ela fez nos dois partos, marcar uma cesarea eletiva e ser feliz.
Meu pai, ahh, meu pai nem entra no mérito da questão pq as vezes me acha muito retrô e outras vezes mega moderninha e se perde no meio das duas personalidades.
Minha irmã acha o máximo, pura emoção eu ter o bebe em casa de modo natural, ou mesmo em um hospital humanizado que tem na cidade vizinha (que o convênio não cobre), segundo ela, a única coisa que superaria a emoção de ter o bebe em casa é entrar em trabalho de parto no engarrafamento das 18:00 e ter que ser resgatada por um helicóptero e dar a luz nele mesmo, voando até o hospital. (maluca ela)
Na primeira
Disse ela que faz os dois, porém, normal só se a mãezinha estiver big preparada psicologicamente e em perfeitas condições físicas pq quem faz todo trabalho é a mãe né, ela só vai puxar o baby pra fora.
E cesarea, quando completarmos 38 semanas já tira meu filho da pança.
Não gostei dessa colocação dela, quero meu filho bem e dentro de mim, seguro o maior tempo possível, se ele pode ficar 40 semanas eu quero 40 semanas.
Não sou extremista xiita de nada, não defendo parto nenhum, procuro ler muito sobre o assunto, pra formar uma opinião embasada em estudos concretos sobre o que é melhor pra mim e pro meu filho, até pq eu não considero esse o meu momento e sim o dele,mas levando em conta o que é mais vantajoso pra ele e menos sofrido pra mim.
Sou a favor da informação e do conhecimento, de que a mulher faça sua escolha consciente, sim, pq embora seja o momento do meu filho quem vai tá lá penando de dor sou eu, então acho que tenho o direito de escolher se quero passar as dores de um parto normal ou fazer uma cesarea e ter meu filho nos braços de um modo ou de outro.
Não vou falar dos beneficios dos dois, afinal todo mundo aqui tá cansado de saber, masssss ontem aconteceu uma coisa interessante comigo.
Tô eu deitada na cama e espirrei.
Nada demais nisso, exceto que algumas vezes quando espirro sinto fisgadas no baixo ventre (que segundo minha médica são normais devido a ‘n’ motivos e que a tendência é aumentar, é normal né?).
Confesso que doeu mesmo, uma sensação esquisita pra caramba, não gostei da fisgada de ontem, e foi ai que meu pensamento tomou asas e voou.
E se eu fizer uma cesarea e espirrar vai parecer que minhas tripas (sorry pelo termo chucro) vão sair pra fora, se nem aberta eu tô e a sensação foi essa.
Contei pro meu marido sobre esse pensamento feliz e ele deu risada falando que minha mente é muito fértil e que nada disso vai acontecer e a sensação não vai ser essa não.
Não sei se é cedo demais pra pensar em parto, afinal tenho seis meses e uns tantinhos pela frente, mas tô pensando sim pq isso sempre me assustou.
Mas sinceramente minha intuição me diz que eu vou fazer uma mega folia de querer parto normal, acho até que vou deixar o bebe querer dar as caras pro mundo no momento dele, mas quando a dor apertar e a água bater na minha bunda eu vou clamar por uma cesarea, vão abrir minha barriga, tirar meu filho de lá e eu vou esquecer de tudo, do medo, da dor e dos espirros pós cesarea, pq embora seja o momento dele, vai ser o meu também, e acho até que vai ser o mais sublime, pq ali eu encontrarei realmente o amor em uma dimensão que eu ainda desconheço.
Gostaria que alguem me dissesse como é espirrar após a cesarea, pq minha mãe não lembra e eu não conheço muitas pessoas que já tem filhos pra se lembrarem.
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30 de julho de 2010
Roupinhas, por onde começar ?
Tá, grávida eu tô, mas nem sei por onde começar nada.
A única coisa que consegui decidir é a lembrancinha de maternidade, que já já eu começo a confeccionar pra não ter problemas no final, mas só.
Eu queria comprar roupinhas, mas nem sei por onde começar, que tamanho comprar, se compro de calor ou de frio ...
Não pensei que fosse ficar tão perdida não.
Tenho roupinhas da minha outra gestação (novinhas, pq meu outro baby virou anjoo), e tenho pq meus pais e avós meega babões quando souberam da notícia foram comprar roupas, pantufinhas e acessórios de bebê.
Mas e eu ? Não comprei um body, nem na outra e nem nessa, e não é falta de animo não, estou perdida mesmo.
Meu filhote nasce em fevereiro.
Aqui em São José dos Campos, fevereiro é verão, mas o verão daqui é meio estranho, e logo logo entra inverno pq em março já começa a esfriar de verdade, ai eu não sei o que faço.
Vcs esperaram saber o sexo pra comprar ?
Comprar que tanto, a quantidade indicada em lista de enxoval de sites é suficiente ?
Comprar mais o q ?
Ahhhh, tô pensando em ir pra SP no Brás comprar, vale a pena pq é uma hora de viagem, vou de carro e levo meus pais e o maridão pra carregar sacola enquanto eu escolho, fora que dá pra fazer uma economia né.
Mas onde ir no Brás ?
Comprar o que pra mim ?
Queria fazer Yoga, alguém fez e recomenda ?
Minha nossa, tenho mais dúvidas do que respostas.
• Só pra não esquecer hj eu fui fazer os exames de sangue que preciso levar pra médica na próxima consulta e nem doeu, resultado fica pronto dia 06/08 ... esperar né ...
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28 de julho de 2010
Dormir pra que ?

Acontece que estou de férias, e dormi as férias inteirinha, parecendo urso que hibernou.
Sabe aquele soninho gostoso da tarde ? Então, tirei ele TODOS os dias!!!
Teve um domingo que nem o pijama do corpo tirei, era da cama pro banheiro, ou pilotar o controle da tv, comida ? Ahhh, fala sério,tomei um banho, me troquei e fui comer fora com o Pablo, e na volta, coloquei o pijama de novo e cama.
O Pablo já dizia que era sono de grávida, que não é possível uma pessoa normal sentir tanto sono. Batata, gravidissíma ‼
Embora tivesse lá minha pulga atrás da orelha, nem desonfiei muito, afinal, já tinha atrasado tanto a monstra, que nem liguei, massssss depois da ultra que soube que um coraçãozinho batia dentro de mim quem disse que eu consegui dormir ? Quem disse que o Pablo consegue dormir ?
No primeiro dia que soube eu simplesmente não preguei o olho, e o Pablo dormiu como uma pedra, fiquei até com inveja, afinal, fui conseguir fechar os olhos eram 06:00 da manhã ‼
No segundo dia em diante quem dorme sou eu, e confesso que não é aquele sono que eu sempre tive, de dormir a noite inteira e levantar apenas uma vez pra fazer xixi.
É um sono conturbaddo, levanto no minimo 4 vezes pra ir no banheiro (tô pensando em andar com um penico a tira colo, pq tá osso) e confesso que não durmo direito não, ai chega de tarde eu capoto como um urso.
O Pablo coitado, consegue dormir, mas dorme mau pra caramba, rola dum lado pro outro, puxa o edredon, rola mais um pouco, me abraça, vira , vira de novo e ai dorme (eu acho que ai dorme, pq eu já tô dormindo quando ele puxa o edredon).
Não sei se é preocupação, o que que é, mas ele não tem dormido direito.
Ele tá mais bobo que eu com a gravidez, fala do bebê toda hora,liga do serviço perguntando como estamos, realmente está feliz, mas acho que a gravidez está fazendo com que ele fique preocupado, e isso reflete no sono dele.
Eu durmo, o sono é maior, mas me preocupo com ele, afinal de contas, isso é normal ?
Tô meio perdida quanto a isso ainda, se alguém pudesse pelo menos me dar uma orientação se é normal o papai perder o sono eu ficaria mais tranquila.
É, se tá assim no começo imagino no final. Ainda nos restam 7 meses de longa espera, que agonia‼
Ao som de: Stereophonics – Maybe tomorrow
Imagem: Anne Geddes
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24 de julho de 2010
Primeira consulta

Minha médica é novinha, deve ter no máximo 33 anos (estourando mesmo), e é um doce, responde tudo que pergunto com respostas completas, nada de respostinha meia boca e rápida não, ela explica o porque e o pra que e eu adorei isso.
Viu meus exames e disse que sim, está tudo bem, a polizoospermia que deu no espermograma do marido e que tanto me entristeceu ela disse que não é nada, o fato é que o marido tem muitos peixinhos, mas como está tudo dentro dos padrões, motilidade, resistência não há com o que se preocupar. Fiquei mais aliviada, ufaaa.
Fez minha carteirinha do pré natal, verificou minha PA, me pesou (ohhhh céus, não posso engordar muito) e conversamos.
Como odeio ficar sem respostas pras minhas dúvidas, anotei tuuuudo que queria perguntar na agenda, abri a agenda e começei o interrogatório.
• Sou asmática e faço tratamento diário com beclometasona, e em crise uso a bombinha, posso continuar ?
R: Pode sim, aliás deve, uma crise intensa de asma na gestação não te fará bem, e a medicação não irá interferir no desenvolvimento do seu bebê.
R: Pode continuar tranquilamente, e o bom dessa vitamina é que não faz a gente ficar com uma fome de leão, e note que ela vai melhorar a resistência de suas unhas e sua pele vai ficar linda!
R: Não é recomendado usar tintura durante o início da gestação, principalmente se a tinta tiver chumbo, mas fique tranquila.
R: Tome Digesan, ele não dá sono.
R: É sim, e você perceberá que conforme o tempo passa elas se tornarão mais freqüentes.
É normal senti-las ao espirrar, ao tossir, ou quando fizer algum esforço.
R: Até o quinto mês de gestação.
R: Eu faço os dois, se fizermos uma cesárea, tiramos seu filhote com 38 semanas (confesso que não gostei disso), e faço parto normal sim, desde que você esteja preparada física e psicologicamente pq todo trabalho é seu, se quiser parto normal te indico a fazer um cursinho muito bom na Santa Casa.
Bom, depois disso ela fez os pedidos dos exames e da translucência nucal, que já está marcada para dia 05/08.
Os demais exames(Rubéola, Toxoplasmose, Tipagem Sanguínea, VDRL, HIV e HCV ) farei quinta feira, assim o marido me leva e eu vou com ele ao dentista, aliás, eu preciso ir no dentista pq dizem que a gravidez faz a mãezinha perder muito cálcio, que vai pro bebe.
É isso, vou-me nessa pq tá batendo um soninho tãoooo gostoso e eu vou aproveitar enquanto estou com meu tesouro na barriga, pq sei que depois que ele sair do forninho nunca mais em toda minha vida dormirei direito.







