Mostrando postagens com marcador Mimi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mimi. Mostrar todas as postagens

23 de fevereiro de 2014

Cabelo de plincesa!!

Diálogo da Yasmin com ela mesma:

- Putz, acabou o papel que eu estava picando com a minha super tesoura, deixa ver o que posso tesourar! 
Ela olha prum lado, olha pro outro, não encontra papel nenhum, vê seu cabelo comprido e solto dando sopa e decide:

- É isso que precisa de tesoura, meu cabelo!. 

E assim ela decide que virou cabeleireira e manda ver com a tesoura nas madeixas, e quando me vê pálida junto a porta, exclama toda animada:

- Olha mamãe que linda, cabelo de plicesa!!


Essa é minha filha, faltando apenas 6 dias pra completar 3 anos, decide radicalizar e mudar o corte de cabelo!!

#aosdois #mãesofre #mãechora #mãecainarisada #mãebipolar#mãenemsabeoquedizer

E a quem possa interessar, eu não surtei não, tô dando risada até agora!!



Antes do cabelo de plicesa

Com cabelo de plicesa


E não importa se é com cabelo de plicesa ou não, ela é maravilinda de qualquer jeito!!

P.s: Isso foi dia 18/02!!

3 de agosto de 2013

Vida escolar...

É, Yasmin agora tem vida escolar, com direito a amiguinhos, agenda, mochila, necessarie ... minha menina está crescendo e o tempo está passando muito rápido!

A adaptação vai bem, quer dizer, vai bem dentro do que é considerado normal, mas não vou dizer que vai bem a ponto dela chegar na porta da sala, me dar tchau e sair correndo pra galera, ou bem a ponto dessa que vos escreve não se sentir péssima em deixar a filha na escola.

Ela chora quando percebe que vou embora. Segundo a professora ela choraminga, deita no colchãozinho, porém, na medida que as crianças chegam ela começa a interagir e esquece que não estou por perto.

Procuro enfatizar pra ela todo tempo os pontos positivos da escola, os amigos, o parque, os livros, levar a mochilinha cheia de coisas ... e acredito que digo tudo isso pra ela, mas no fundo afirmando pra mim que essas coisas são boas pra ela, pra me convencer.

Até quarta feira eu estava ligando todo dia pra saber com ela está, mas parei, analisei e decidi que se houver alguma coisa que eles não possam contornar na minha ausência entrarão em contato comigo, afinal, se eu decidi que aquela escola atende as necessidades dela eu tenho que confiar, e realmente, em uma semana não tenho o que reclamar - por enquanto.

Hoje a reunião foi muito esclarecedora, foi apresentada aos pais as atividades que serão desenvolvidas com eles até o  fim do ano, e fiquei muito satisfeita pq trabalharão várias coisas que eu acho importante reforçar em uma criança.

Nessa primeira semana já pude notar uma grande diferença no comportamento da Yasmin.
Ela está mais calma, menos birrenta e imediatsta, por outro lado, não posso sair do seu campo de visão, se ela nota minha ausência começa a chorar desoladamente, está extremamente apegada a mim.

Voltou da escola cantando a música da Borboletinha e eu achei isso tão lindo, aprendendo coisas que não sou eu quem ensina, me emociono em ver como ela está crescendo e em como seus horizontes estão se expandindo para além das minhas asas.

Sexta feira ela não foi a aula, ou seja, está com uma "folga" de três dias da escola, e eu torço de coração pra que ela não estranhe tanto - pq segunda feira é tensa pra todo mundo, neh?

Mas vou viver um dia de cada vez, e tentando não ficar tão ansiosa pelo amanhã, já que sofrer de véspera não adianta nada.

Agora é curtir o fim de semana e acordar cedo na segunda!

Beijos pra vocês!



30 de julho de 2013

A ficha caiu!!

É, no segundo dia de aula a ficha caiu, a dela e a minha.

Como comentei no Facebook, se ontem seu primeiro dia de aula foi uma ida ao paraíso pra nós duas, a madrugada foi bem tensa e quase uma ida ao umbral.

O decorrer do nosso dia pós aula ontem foi muito tranquilo, porém, depois das 18h Mimi ficou extremamente chorosa, só queria colo, o tempo todo, chorava pra colocar meia, chorava se eu colocava a mão em seu cabelo, chorava se eu a pegasse no colo sentada, chorava se eu ficava em pé com ela no colo... cheguei até a pensar que estivesse ficando doente ( pois o narizinho estava trancado, e dia desses deixei ela na banheira quando ouvi ela chamando e ao chegar no banheiro me deparei com ela em pé, ao lado da banheira, segurando todos os brinquedinhos aquáticos que pôde agarrar, e dizendo que o chuveiro estava gelado!), mas não está doente não, está ótima!

Se estava chorosa depois das 18h, quando o Pablo chegou as 23h ela estava mais chorosa ainda. Pablo brincou com ela, fez mamadeira, conversou e fomos todos dormir, aliás, ela estava contrariada, não queria ir pra cama!

Exatamente as 3:00 da madrugada ela começou a chorar e me chamar.
Levantei e fui ver o que estava acontecendo, ela dormia e chorava dormindo, me chamava dormindo. A acalmei e voltei pra minha cama, e isso se sucedeu as 3:15, 3:30, quando foi 3:50 deitei na cama com ela, e assim seguimos até as 5:00.
5:00 ela começou a via sacra de novo, e o Pablo pediu que a levasse pra nossa cama, afinal, cama de pai e mãe é quentinha, dá sensação de segurança, os dois estão próximos, cama de pai e mãe é tudo de bom!
Ela dormiu, Pablo dormiu e eu fiquei me esgueirando na beiradinha da cama, quando consegui pegar no sono deu o horário de levantar pra arruma-la, preparar café da manhã e tudo mais.

Lógico que eu parecia um zumbi bêbado no melhor estilo The walking dead, pq sério, eu posso ficar sem dinheiro, sem leite, sem comer, sem carro, mas eu não posso ficar sem dormir, mas voltando ...

Pensa numa criança irritada às 7 da madrugada manhã, essa era Yasmin!
Não queria tomar banho, foi pro banho na marra, chorooooooou até não poder mais, um choro ardido, estridente.
Chorou pra colocar a roupa, e pra pentear o cabelo foi um verdadeiro inferno, parecia que eu estava escapelando a garota, não queria que o pente relasse nas madeixas, prendê-lo então estava fora de cogitação ...

Fomos para o colégio.

Ela se animou um pouquinho ao ver as crianças no portão da escola, e assim que entramos e fomos pra sala dela e eu a entreguei no colo da professora ela foi sem chorar, mas daí eu lerda que sou, caí na besteira de demorar um minutinho pra ver se ela iria brincar com as crianças. PRA QUE?

Ela me chamou, entrei na sala e ela quis colo. Peguei.
Ela não queria me soltar mais, legal né? #sqn

Gentilmente a professora a pegou do meu colo e disse pra eu vir pra casa, a distraiu e a levou pro parque pra ver os brinquedos.

O trecho abaixo fez com que eu me sentisse a mosca do coco do cavalo do bandido, uma porcaria de mãe, senti culpa (coisa que eu nunca tive), deu vontade de bater a cabeça na parede (literalmente!).

Enquanto a professora a levava para o parque e eu ia em direção contrária, num chorinho sentido ela me estendeu os braços e disse "mamãe!".

A professora foi firme e gesticulou pra que eu viesse pra casa que ela ficaria bem.

Virar as costas pra minha filha me doeu, doeu de verdade, me deu um aperto no coração, um nó na garganta. Minha vontade era pega-la no colo e trazer pra casa, mas não o fiz, fui pro carro em silêncio e em silêncio voltei.

Já em casa parecia barata depois da dedetização, estava tonta, perdida, com o coração lá na escola.
Olhei pro relógio, 8:05 ainda. Resolvi que esperaria até as 9 e ligaria pra escola pra saber como ela estava.

Chegava o Natal mas não chegava o bendito horário.

Fui lavar a louça do café, colocar roupa pra lavar, varrer a casa, arrumar as roupas dela ... e nada do pensamento fluir pra alguma coisa que não fosse a escola, fiquei remoendo o assunto.

Juro, pensei até em desistir de leva-la pra escola.
Dane-se o restante, estou em casa com a Carol mesmo, pq manda-la pra escola num dia frio desse, ela deveria era estar em casa, debaixo do seu cobertor fofinho, tomando seu leitinho e assistindo Moranguinho.

Mas de que adiantaria não leva-la mais pra escola se ano que vem ela teria que passar por isso novamente?
Deixar a escola pra la seria o mesmo que pegar um atalho, o caminho mais fácil, e eu não sou de pegar caminhos mais fáceis quando se trata em educa-la. Sim, eu tenho que ser firme!

Protelei e liguei lá as 09:20 e a professora disse que ela dormiu.
Mais especificamente disse que ela foi pro parque, brincou bem pouco e dormiu no colo da professora, na hora do lanche acordou, comeu e ficou chorosa e ao voltar pra sala dormiu de novo, o problema era sono.

Se eu quisesse ir busca-la não haveria problemas, pq de início a ideia é acostumar a criança no ambiente, é passar segurança à ela, e não transformar a escolinha num campo de concentração infantil.

Fui.

Cheguei lá e ela estava dormindo no colchãozinho. Dormia pesado, e quando a chamei praticamente voou no meu colo, veio embora feliz, chorosa, porém feliz.

O dramalhão mexicano continuou, estava bem manhosa, dormimos juntas por uma hora e meia no período da manhã e a tarde a levei ao parque, brincou pouco, mas brincou, queria mesmo é colo.

Amanhã ela irá pra aula, ou pelo menos espero ter força de vontade pra isso, mas que meu coração fica partido em vê-la triste assim, isso fica!

:(

29 de julho de 2013

O primeiro dia de aula


Quarta feira matrícula foi feita, quinta feira eu respirei fundo e a preguiça não me deu espaço pra mais nada (até pq tava um frio da moléstia!), sexta feira compramos o uniforme e sapatos, tiramos foto 3x4 e era só aguardar segunda feira chegar pra irmos ela ir pra aula!

Domingo a noite me vi arrumando a mochilinha dela pra aula que começaria hoje.
Coloquei na pequena mochila uma troca de uniforme, na necessarie dela uma pomada pra assadura, um pacote de lenço umedecido, duas fraldas, pasta e escova de dentes e uma toalhinha de mão.
Mochilinha pronta, uniforme separado em cima da cômoda, agora era esperar dar a hora de acorda-la e leva-la para o colégio.

Dormi ansiosa, fiquei pensando em como seria legal ela ir pra escola, se ela gostaria, se os amiguinhos a receberiam bem, se a professora era realmente boa ... essas coisas todas que passam na cabeça de uma mãe quando o filho está passando pra uma próxima etapa.

Acordei ao primeiro toque do despertador, troquei o pijama por uma roupa apresentável, tomei café da manhã e a acordei.

Ela odeia acordar cedo, mas foi só dizer que ela estava acordando pra ir pro colégio que ela se animou.
E toma banho, coloca uniforme, coloca no pézinho o par de meias da gata Marie (que ela ama!!), o tênis novo (já disse que ela adora uma novidade?), penteia o cabelo, toma café, escova os dentinhos, pega o baldinho e bora pro colégio.

Um friiiiiio terrível hoje cedo, mas ela estava empolgadíssima, e estava toda a sorrisos quando viu diversas crianças aguardando pra entrar em suas classes.

Levei ela até a porta da sala, coloquei-a no chão e ela entrou sem cerimônias, foi direto perto das crianças, começou a conversar com elas, e nem me deu tchau.

Eu fiquei ali na porta, parada, olhando. Não estava triste, não estava aliviada, um misto de sentimentos confusos, se por um lado eu me senti triste por ela nem ter me dado tchau, por outro diquei orgulhosa por ela ser corajosa e não precisar de mim pra dar esse passo tão grande que é ficar sozinha com outras crianças.

A professora disse que se ela começasse a chorar eles ligariam no celular, mas se fosse possível que eu permanecesse nas redondezas. Permaneci.

A observava longe do seu campo de visão, ela se saiu bem, e as 9 da manhã a professora disse que eu poderia ir embora e voltar para busca-la no horário normal, pq ela estava super bem.

Vim pra casa, tudo silencioso, fica um vazio sem a presença dela, uma calma que eu mesma estranhei, afinal, ela não estava ali pra ficar falando "mamãe" a todo momento.

Fomos busca-la no horário normal, assim que me viu ela veio com um sorriso gostoso, mas quando eu abri os braços pra pega-la no colo ela se dispersou, não queria ir embora do colégio, enrolou e enrolou pela sala.

A professora me disse que ela se comportou bem, não chorou em nenhum momento, comeu muito bem o lanche, foi sociável e doce com todas as crianças e que provavelmente não teremos problemas de adaptação.

Na agenda já veio bilhetinho.

O primeiro convidando o papai pra festa de dia dos pais, e o segundo nos informando sobre o passeio do fechamento do semestre. Adoramos.

Já no carro não houve muita conversa, afinal, ela brincou tanto, e achou tudo tão legal que capotou de cansada.

E amanhã temos mais aula, vamos ver se ela se comportará bem como se comportou hoje ou se sentirá minha falta, o que espero de coração que não aconteça nada, mas se acontecer o negócio é contornar!

E agora, lá vou eu ver o que ela está fazendo!

Beijos pra quem ler

:)

24 de julho de 2013

Yasmin vai para a escola! ♥

Pensei que esse post nunca fosse sair, ou pelo menos não fosse sair esse ano, mas sim, ela começará a frequentar a escolinha segunda feira.

Essa é uma decisão que eu protelei muito pra tomar, mas seria inevitável, uma hora ou outra ela teria que ir, e sinto que os estímulos que eu ofereço em casa já não são mais suficientes para entretê-la.

Massinha, giz de cera, lápis de cor, tinta guache, bola, pula pula, parquinho, filmes ... nada disso a atraía mais, portanto a escola se tornou mais do que uma simples opção, se tornou uma necessidade.

Iremos nos mudar em breve, mas sinceramente, não posso viver na expectativa do futuro, estamos aguardando entregarem o apartamento - que é do outro lado da cidade - mas enquanto não o entregam tenho que dar continuidade na vida, e a escola era uma das coisas que estavam suspensas por causa da mudança.

Pesquisei muito, li muito e visitei algumas escolas pra saber qual seria a que se encaixaria melhor nas nossas condições.

A escola que eu sempre quis que ela estudasse é a que eu estudei quando era criança, mesmo sendo longie de casa era lá que eu queria ela, lá tem horta, tem muito espaço, tem grama verde, parque... tem tudo que eu acho adequado pra uma criança, e não usam televisão como modo de entretenimento infantil, afinal, se é pra ver TV, que fique em casa sob a minha guarda!

Mas lá, de tão boa escola que é, tem fila de espera pras crianças.
Fiz a inscrição dela, mas sem expectativa de que surgisse uma vaga esse ano pq todas as turmas estavam completas, mas ontem as 6 da tarde o telefone tocou e eu numa super preguiça atendi, ela foi chamada, juro que eu quase dancei can can de tanta felicidade e a preguiça foi embora dando lugar a uma super empolgação.

Hoje fui lá fazer a matrícula dela e tirar todas as dúvidas que eu tinha/tenho.

Agora temos que comprar o uniforme, tênis para ela ir pra escolinha e a mochila.

Ficarei com ela nos três primeiros dias da adaptação, que é o padrão da escola, mas se forem necessários mais dias ficarei.

Triste mesmo é que a vaga é no período da manhã, ela "estudará" das 7:45 as 11:45 de segunda a sexta, e com esse frio não é legal levantar cedo, mas ninguém disse que seria fácil, né?

Conversei com ela e disse que ela irá para a escola, que lá é super legal pq tem amigos, brinquedos, professora, livros, horta, e parque, e sério, parece que ela risca tudo que eu falo e só enxerga e ouve parque, parque, parque. Está ansiosa pra ir pro parque, só isso!

E eu estou ansiosa por completo, pq é a primeira vez na vida que ela não vai ficar debaixo das minhas asas. Já ficou só com o pai, com os avos e até com a minha vizinha que é uma espécie de mãe pra mim, mas com um estranho não, e né, querendo ou não a professora é uma estranha, estarei junto, mas não é a mesma coisa de estar 100% presente!

E com isso tudo, com essa ansiedade toda eu concluo que dependo muito mais dela do que ela de mim, pq tenho certeza que ela vai se adaptar a escolinha mais fácil do que eu a ausência dela em casa no período da manhã.

E segunda eu volto com fotos dela linda, maravilhosa e uniformizada pro seu primeiro dia de aula!









15 de junho de 2013

Arrependimentos

Nunca fui o tipo de pessoa que fica se arrependendo das coisas, aliás, dificilmente eu me arrependo de alguma decisão que tomei. Se alguma coisa não deu certo, ela me serve de lição pra que eu não faça de novo, apenas isso, mas não fico chorando pitangas não.

Daí vem a maternidade e faz a gente morder a língua com uma infinidade de coisas, ou pelo menos comigo tem sido assim.

26 dias após o nascimento da Carol percebo como um filho é diferente do outro, e mais que isso, como meu jeito de ver as coisas mudou de um filho pro outro.

Olho pra Yasmin, que hoje é quase uma mocinha com seus 2 anos e me pergunto onde está o bebezinho que eu trouxe pra casa em um bebê conforto rosa. Sumiu, meu bebezinho sumiu.

Ela é uma criança, tão luminosa como um raio de sol, cheia de vida, vontades, desejos, personalidade, fofura, carinho, meu bebê sumiu. Não há traços de um bebê ali, o tempo passa rápido demais.

Confesso que meu único arrependimento é não ter feito mais com ela e por ela.

Tantas vezes eu priorizei lavar louça, passar roupa, limpar a casa, ir ao mercado, lavar banheiro, fazer as unhas, e tantas outras coisas que eram secundárias enquanto minha filha crescia.

Manter as coisas em ordem é fundamental, mas hoje eu vejo que eu não precisava lavar louça ou passar roupas enquanto ela estava acordada (afinal de contas, ela sempre dormiu bem), eu podia ter passado mais tempo com ela, brincando, me encantando e aproveitando cada milésimo de segundo ao lado dessa criaturinha que cresceu e cresce na velocidade da luz.

Mas a vida ensina, e só quem vive isso sabe o que é.

Hoje, quando olho pra Carol tão pequena, prestes a completar seu primeiro mês me dá um aperto no coração, pq eu sei que em um piscar de olhos ela estará do tamanho da Mimi, grandona, cheia de vida, aprontando todas, e que o melhor que eu posso fazer é aproveitar o máximo de tempo ao lado delas.

Se tem louça na pia, deixa lá, quando elas dormirem eu vou e lavo, afinal, não vamos ficar dentro da pia mesmo.
A roupa precisa ser passada? Precisa sim (tenho pânico de roupa amarrotada), mas quando elas dormirem eu passo, quando elas estiverem fazendo outra coisa e não precisando da minha atenção eu faço.

Não vou priorizar o que não é prioridade na minha vida, minha prioridade é minha família, são as minhas meninas, meu marido, meus pais, e eu tenho que aproveitar pra pega-las no colo, abraçar, beijar, fazer carinho, e todas essas coisas, enquanto elas são pequenas, enquanto elas aceitam infinitos beijos, enquanto elas cabem no meu colo e precisam do meu abraço e do meu carinho pra curarem as feridinhas que a vida traz. Depois de grande vão receber colo, carinho, amor, mas eu não sei quando elas vão querer isso, e hoje, beijinhos, abraços e toda sorte de carinhos dependem apenas de mim e do tempo que eu posso dispor à elas.

Criança precisa de colo, de amor, de beijinho, de cafuné, nessa idade mais que nunca, mais que em qualquer idade.

E é isso, se tem uma coisa nessa vida que me arrependo é do tempo que posso gastar com elas e acabo não gastando, pq um dia sei que meu ninho ficará vazio e eu vou lamentar mais do que agora a ausência delas.

E você, do que se arrepende?



6 de junho de 2013

Senhor Peixe!


Minha irmã vinha prometendo um peixe pra Yasmin há tempos, mas sempre esquecia de comprar, e sério, eu nem fazia muita questão, afinal de contas, limpar aquário, cuidar de peixe não era uma responsabilidade que eu queria no momento - preguiça mesmo... zzzzzZZZZZzzzzz

Mas ontem eis que a Laís chegou trazendo um peixe.
Um Beta, que eu não faço a mínima ideia se é macho ou fêmea, mas que deixou a Mimi enlouquecida, ela olhava pra mim e dizia "Mãe, o peixe!" como se aquilo fosse a coisa mais legal do mundo, achei tão fofinho.

Perguntei à ela como chamaríamos o peixe, qual seria  nome dele, e ela na maior naturalidade do mundo me disse "Peixe, ué!" e agora temos em casa um novo membro, o Sr. Peixe.

Espero que esse peixinho nos traga muitos momentos gostosos, pq ela tá apaixonada no peixe, quer "assisti-lo" toda hora, e não basta assistir, temos que assistir junto o peixe nadar, aliás, se o peixe está parado ela acha que ele dormiu e grita enlouquecida pra ele acordar! hahaha

Se eu não fosse tão preguiçosa e soubesse que ela ficaria tão feliz em ter um peixinho, já teria comprado há mais tempo, se bem que ontem com menos de uma hora que o peixe estava em casa, ele quase voou de dentro do saquinho que vocês podem ver na foto, portanto, acredito que se ela quiser ficar pegando o aquário toda hora, em breve terei que providenciar outro!

Mas por enquanto vamos curtindo o Senhor Peixe, e quem sabe um dia não compramos uma namorada pra ele!





17 de abril de 2013

Amo você ...

Um dos desenhos que a Yasmin mais gosta é o Barney, e eu confesso que acho uma belezinha e educativo, afinal, ensina a não jogar as coisas no meio ambiente, respeitar a natureza, a diversidade cultural e blablabla, tá certo que um dinossauro magenta ensinando tudo isso é meio estranho, mas ela gosta e eu adoro a Baby Poppy, então eu abraço o Barney e chamo ele de amigo também!

Como mãe, um dos momentos que eu acho mais bonitinhos é o final, onde eles cantam a musiquinha da família e ela diz "xau Bádey", todo dia é a mesma coisa, no final do desenho na hora de cantar, nós duas damos as mãos, ela tenta cantar acompanhando a música e damos tchau pra ele acenando com as mãos.

Hoje como de costume assistimos o desenho, demos tchau pra ele, ela foi brincar e eu fui ler, quando ela chegou com o microfone me chamando pra cantar, larguei o livro, a segurei no colo e perguntei que música ela queria cantar, e a resposta foi "âmooooooo", entendi que cantaríamos a música do Barney.

E começa a cantoria, até que na parte do "com um forte abraço e um beijo lhe direi, meu carinho é pra você!" ela me abraçou forte, me deu um beijo e cantou o finalzinho "voooooooooocê!".

A música acabou e ela me fez cantar de novo, e de novo e de novo, todas as vezes na mesma parte me dando um abraço e um beijo.

Não chorei, mas me emocionei muito, foi o primeiro gesto de carinho espontâneo que ela me deu, partindo dela, como se ela soubesse quanto amor e quanto carinho podem caber no mesmo abraço e no mesmo beijo, achei muito fofo.

Quando a gente pensa que já viu de tudo, viveu de tudo, vem a vida, nos presenteia com um filho e faz a gente dar valor em coisas que jamais, sequer pensaríamos que por menores que sejam possam encher tanto nossos corações!

Ahhhhh Yasmin, eu simplesmente te amo!
Amo você, você me ama, somos uma família feliz
Com um forte abraço e um beijo lhe direi
Meu carinho é pra você!
E com certeza essa será por muito tempo a música da minha vida!

1 de abril de 2013

Nossa páscoa ...

Estava tudo programadinho, eu levantaria cedinho no domingo (algo em torno das 7 da madrugada manhã), arrumaria os ovos no cantinho escolhido, depois faria as delicadinhas pegadinhas do coelho e espalharia pelo chão, pra que quando ela acordasse ficasse surpresa, mas né, não foi bem assim.

Fui dormir pra lá das 3 horas pq estava assistindo filme, aí quando vi o sol já estava bem alto no céu e só deu tempo de levantar, tomar um banho e agilizar as coisas na velocidade da luz.

Enquanto o Pablo distraía a Yasmin com as coisas mais doidas do mundo, eu arrumava os ovos no cantinho do guarda roupas, dentro de uma cesta, fiz as pegadas e lá fui eu conversar um pouco com ela.

Como não basta ser pai, tem que participar, Pablo e eu combinamos de que ele ligaria no meu celular pra que eu conversasse com o senhor coelho.

Conversa com ela vai, conversa com ela vem, toca o celular e ela para tudo pra ficar ouvindo, e segue-se o diálogo abaixo:

- Sim, bom dia! Oiii, sou eu mesma, a Julia, mamãe da Mimi. Tá bom, levar ela no quarto que tem uma coisa lá pra ela! Que coisa? Ahhh tá senhor Coelhinho da Páscoa, muito obrigada e até ano que vem!
(nosso coelho é moderno, ele avisa por telefone quando a surpresa tá pronta, haha)

Ao desligar o celular ela já estava em pé com os braços estendidos pedindo pra eu leva-la pro quarto, pq ela pode ser novinha, mas sabe quando alguma coisa a espera, e lá fomos nós.

Patinhas por todos os lados, ela olhou aquilo e achou estranho, foi pro chão com muito cuidado pra não pisar nas patinhas de talco, demorou uns minutos pra entender que aquilo era uma trilha (né, pq ela só tem dois anos e seria querer demais que ela entendesse tudo de primeira), quando viu a cesta com os ovos, colocou a mãozinha no coração, olhou pra nós e disse "ôoooooo xóooooooo"*. (olha só)*

Demos risada e dissemos pra ela pegar, era a cesta que o coelhinho havia deixado pra ela por ter sido boazinha conosco, e o prêmio era esse, quando plantamos bondade colhemos chocolate, haha.

Quando ela viu os ovos deu uma surtada básica, ela sabia que era chocolate, reconheceu o ovo que fizemos e eu disse que sim, era aquele mesmo, que nós fizemos, de noite o coelhinho pegou pra entregar no domingo.

Ela ganhou um total de quase 5kg de chocolate, acho que tem chocolate até ano que vem, e quem disse que ela queria desgrudar da cesta com os doces? Que nada, queria ficar cercadinha deles, garantindo a segurança de seus amados chocolates.

Foi uma delícia, e assim que ela deu bobeira eu guardei, pq no fim do dia ia tudo estar uma massaroca só.

Só que a esperta da mãe que vos fala, nem lembrou de tirar fotos (é, sou dessas que curte tanto o momento que nem lembra de máquina fotográfica), mas deixo vocês com uma foto do dia que fizemos o nosso ovo, e ela se entupiu de chocolate até as tampas e estava assim, cansada de comer chocolate.

[♥] É muito prático ir ao mercado e deixar a criança escolher o ovo que bem entender, mas não tem dinheiro ou praticidade que pague ter uma ajudante como essa, que além de se melecar com o chocolate entendeu que estávamos fabricando um ovo que será entregue ao coelhinho da páscoa que o dará pra ela. 
Ir ao mercado é prático, mas são coisas simples assim que estreitam os laços entre pais e filhos e fazem com que as memórias mais simples sejam sempre as mais deliciosas!
Beijos e espero que a páscoa de todos vocês tenha sido simplesmente deliciosa como a nossa foi!



20 de março de 2013

Só eu que não gosto de ir ao pediatra?

Momento desabafo:

Eu detesto levar a Yasmin ao pediatra!

#prontofalei

E sério, isso não vem de hoje, é desde sempre.

Já passamos por alguns pediatras, todos foram muito atenciosos com a gente, e não sei se no mundo inteiro é assim, mas aqui consulta serve pra pesar a criança, medir, anotar tudo isso na caderneta de vacina, aliás, verificar se as vacinas estão em dia, recomendar alguma coisa, tchau, benção, e até a próxima!

Só que antes de chegar a consulta em si, eu ficava no mínimo uns 40 minutos tomando chá de cadeira (e isso com todos os pediatras que passamos), confesso que minha birra com consultórios pediátricos começou ai.

Falta de sorte? Azar? Macumba? Sina? Num sei, só sei que foi assim (me lembrei do Chicó agora! haha), mas o que mais me fazia parar pra pensar é que consultórios pediátricos estão lotados de crianças doentes.

Era só dar trela pra alguma mãe que vinha puxar conversa, que lá vinha ela com um diagnóstico "Meu filho tem isso!", "Meu filho tem aquilo!", "Sua filha é calminha?" e por aí vai.

O engraçado é que eu sempre respondia e respondo pra quem perguntar, que a Yasmin é impossível sim, mas é uma menina extremamente normal, é arteira, é exploradora, é tudo isso pq ela é criança, e os pais que ouvem uma coisa dessa olham pra mim como se eu (eu?) fosse a maluca, afinal, aonde que é normal uma criança ser espoletinha?

Não sei o que alguns pais esperam de uma criança, no mínimo um serzinho catatônico, que não faz nada, que não se mexe, que só serve pra enfeitar o ambiente!

Criança é bichinho curioso mesmo, quer aprontar todas, quer conhecer o mundo através das mãos e da boca, e cabe a nós pais estarmos sempre de olho vigiando e zelando pela vidinha deles. Lógico que a intensidade das artes varia de criança pra criança, mas eu tenho comigo que criança que não faz arte é criança que tá doente!

É incrível o número de crianças diagnosticadas com hiperatividade nos consultórios pediátricos, assim como também é incrível que os pais aceitem que os médicos deem remedinhos pra que as crianças fiquem mais boazinhas. Aliás, isso nenhuma mãe chegou a dizer as claras, mas ficava subtendido, sabe?

E minha birra não para por aí não, geralmente sempre tem umas duas ou três crianças doentinhas no consultório, tá, eu não sou a louca hipocondríaca, mas não acho saudável crianças doentes no mesmo ambiente, só em caso de urgência mesmo, deixo a Mimi em ambientes assim só quando vamos ao pronto atendimento, fora isso, acho que é uma exposição desnecessária, tanto pelo risco dela pegar alguma coisa como dela passar alguma coisa pra outra criança, embora ela seja vacinada e saudável, ela pode estar resfriadinha e passar esse resfriadinho pra um R.N que está aguardando consulta, e aí, como faz?

Outra coisa que me irrita é ser chamada de mãezinha, antes eu não tinha birra disso, hoje tenho.
Não sou apenas mãe da Yasmin, sou Julia, o pai dela se chama Pablo, somos pessoas que fazem diversas coisas e entre elas somos pais da Yasmin, somos adultos, e isso de mãezinha ou paizinho me soa irônico, não gosto, pergunte nossos nomes, afinal, fazemos mais coisas nessa vida do que apenas sermos pais da Yasmin!

Enfim, por trezentos e dezessete motivos meus eu dei uma relaxada nessa de pediatra.

A última vez que fomos foi em novembro, era pra ter voltado em fevereiro (pq depois do primeiro aninho as consultas se espaçam pra 3 em 3 meses, uuuuuuufa), mas quem disse que eu tive coragem de marcar de novo?

A última pediatra prescreveu o vermífugo pq eu pedi, orientou a continuar com a vitamina, pesou, mediu, apertou a barriguinha e ela está bem.

Dei as duas doses do vermífugo de banana (sério, tinha cheiro e gosto de banana, e a Yasmin adorou, queria tomar mais, haha) não saiu nada nas fezes e eu sigo feliz.

Aliás, o acompanhamento com o pneumologista é algo separado, na verdade queria eu que o pediatra dela fosse o pneumo que a acompanha, tão calmo, consultório tão vazio, tão educado ... mas é isso, ao pediatra não tenho levado não.

Se ela tem dor de garganta, febre, brotoejas, ou qualquer outra coisa, levo no pronto atendimento e pronto, até pq, não sei com vocês, mas nenhum dos pediatras dela nunquinha da Silva que deu o telefone dele pra mim ou pro Pablo e disse "qualquer coisa fora do normal que acontecer com ela, me liga, eu sempre fico com esse celular ligado!", juro, nunca tivemos esse tipo de atendimento de nenhum dos profissionais que a atendeu, ou seja, pra ser acompanhada por um médico, e na hora do vâmo vê, ela ter que ser atendida por outro, é a mesma coisa que trocar meia dúzia por seis.

Devo ser assim pq a Yasmin é uma menininha que esbanja saúde, é difícil de ficar doente, aliás, é difícil até de ficar com o nariz escorrendo, talvez se ela tivesse a saúde debilitadinha eu a levasse com mais frequência ao pediatra, mas não é o caso, então não faço questão!

Quando voltaremos ao pediatra? Sei lá, ela está super bem, segue saudável, não vejo necessidade de ir ao consultório só pra saber de tudo isso, afinal, ela cresce vertiginosamente, está ganhando peso adequadamente, não é gorda, se alimenta de maneira correta, não tem nada anormal nela (pq eu sempre observo se o corpinho dela não tem alterações) pra quê?

Se alguma coisa sair dos trilhos eu procurarei um pediatra, mas por enquanto, não, obrigada!

Noto que alguns pais vivem enfurnados em consultórios pediátricos pra se garantirem de que o filho não vá ter nada, aí reviram a criança com exames, receitam medicamentos que talvez ela nem precisasse, quem muito procura encontra, e estou satisfeita com a saúde da Yasmin, portanto, não tenho o que ficar cheirando em consultório não.

Sou louca? Tô piradinha? Ou com o tempo a gente vai perdendo o tesão em levar nas consultas por passar a enxergar essas coisas?

Beijos e me respondam! :)



18 de março de 2013

Mimi bailarina ...



A maternidade coloca a gente em cada situação ridícula que só uma mãe é capaz de passar pelo filho. 

Digo isso com conhecimento de causa, pq pela Mimi eu faço tanta coisa ridícula aos olhos alheios, mas que no fundo nos trazem boas gargalhadas. 

Dançar é uma dessas coisas, mãe que é mãe não sabe só cantar as musiquinhas não, mãe que é mãe decora a música, a coreografia e na hora do programa de tv favorito da cria, afasta os móveis e começa a dançar igual uma minhoca na ardósia só pra incentivar o filho a se mexer, tô mentindo?

Aqui o favorito pra dançar é em disparado o Hi-5, juro, tô tão calejada das coreografias que posso me apresentar em festa infantil e dar aulas disso, sei dançar tudinho, 5 da tarde é hora de afastar as coisas e começar a dançar com a Yasmin, que eu não sei se acha mais graça do programa ter começado ou de me ver igual uma bobona dançando pra ela. 

E o que eu acho mais bonitinho de tudo é que pra dançar ela precisa de platéia, se ouve uma música e quer dançar, ela me chama, me leva pela mão pra onde vai dançar e começa a dar um showzinho pra mim, aí eu entro na dança e ficamos nós duas dançando, aliás, já contei pra vocês que dançamos tango? Haha, olhem a idade mental da mãe que vos escreve. 

Desde que ela tem uns 6 meses eu coloco algum tango pra nós dançarmos, nosso favorito é Por una cabeza, de Carlos Gardel (gente, eu amo tango!) eu a pego no colo e vou fazendo com ela os passos pela casa toda, o Pablo morre de dar risada, muitas vezes ela está quietinha aí eu chego bem pertinho do ouvido e começo a cantarolar o nosso tango e ela já se anima toda pra começar a dançar. 

E não achem que ela só quer dançar tango não, ela dança funk, sertanejo, hip hop, jazz, e nossa última coreografia adquirida é Pocoyo Gangnam Style, hahaha, juro, não sei onde estava com a cabeça quando mostrei isso pra ela, ficamos um tempão dançando, várias vezes ao dia, as duas igual bobas na sala. 

Igual duas bobas mesmo, mas quer saber, nem ligo, não dou a mínima, são esses momentos que estreitam os laços entre pais e filhos, um dia ela vai crescer, não vai mais querer dançar comigo, vai dançar os tangos dela com outras pessoas, e eu sempre vou ter na memória que o primeiro tango, o primeiro funk (e céus, espero que ela só dance funk comigo em casa, haha), foram comigo, de modo inocente, e são essas coisas que ninguém tira da gente, vão ficar pra sempre na memória, são momentinhos só nossos, mas são tão gostosos que chegam a apertar o coração!

E agora me deêm licença que nós vamos ali sambar um pouco ao som de Liberdade liberdade abre as asas sobre nós! Pq a novela acabou, mas nós continuamos adorando a música, e eu, depois da Yasmin parei de ouvir só rock e me abri pra novas possibilidades musicais, e tenho me acabado de dar risadas! 




17 de março de 2013

O drama das refeições

Tem gente a torto e a direito dizendo que ser mãe é fácil, afinal, vai dizer que nunca encontrou um ser desses que diz "ahhh, mas cuidar de criança não é tão complicado assim!". 

Juro que quero apertar o pescocinho de quem diz uma barbaridade dessas, as dificuldades podem se alterar, mas todo mundo tem um drama com o filho, e o drama da vez aqui em casa é alimentação.

Eu, Julia, que sempre me orgulhei de dizer que minha filha sempre comeu super bem tô passando um dobrado com ela na hora das refeições.

Há muito tempo que ela come a mesma comida que nós, tanto no almoço quanto no jantar, geralmente as refeições são equilibradas, mas tem dia que sim, nós comemos bobagem, sabe aquele dia que vc não quer nem ir buscar água na cozinha de tanta preguiça? Então, nesses dias nós ligamos pro delivery de qualquer coisa que traga a comida pronta/picada/que não faça sujeira, e comemos, pode ser pizza, yakissoba, lanche ... não é recorrente, mas acontece, e como a Yasmin reage? Ela adora, fica tão empolgada que até conversa com o entregador!

Pra esse tipo de comida, não tem drama nenhum, ela come super bem, o problema está com refeições de verdade.

Todo santo dia eu faço comida fresca, e isso inclui arroz, feijão, algum tipo de carne (pode ser carne vermelha, frango ou peize), um legume cozido e uma salada. Todo dia, de segunda a segunda, salvo os dias da preguiça (coisa de umas duas vezes no mês, até pq eu mereço uma folguinha, nénão?)

Antes ela comia super bem, tudo que eu colocava no pratinho ela mandava pra dentro, mas agora começamos com esse drama, e ela só quer comer arroz!

Arroz, branco, puro, sem nada, nem mistura, nem feijão, simples assim, quer comer um prato cheio de arroz nas refeições, a propósito, a única coisa que ela quer comer que não é arroz, é tomate, carinhosamente chamado de máti por ela.

Se eu quero que ela coma carne, tenho que colocar carne no prato, esconder o arroz a sete chaves longe do campo de visão dela, e implorar pra que ela coma, falo que é o que tem e que se ela não quiser vou dar toda a comida pra Marie e ela vai ficar sem, nisso ela come cerca de metade do que eu coloquei e não quer saber de mais nada, aí sim eu dou o arroz, haha.

De umas duas semanas pra cá tem sido isso, tanto pro almoço quanto pra janta.

Frutas ela come sem problemas, desde que não estejam geladas, adora manga, morango, kiwi, laranja, banana, melancia, mamão, abacate ... come super bem, sempre pico fruta pra nós duas, e ela come a minha parte e a dela, fico feliz, pq frutas fazem bem.

Porcarias, porcarias ela come melhor ainda.

Não sou hipócrita, de vez em quando rola um salgadinho sim, um chocolate, um sorvete, um biscoito recheado ... aliás, biscoito recheado ela come só o recheio e me dá as casquinhas, assim, na cara dura.

Sucos ela toma sem pestanejar, nunca vi gostar de suco como ela gosta, laranja, maracuja, jaboticaba, maçã, limão, uva, noto que ela é como eu, tem preferência pelos sucos mais ácidos, azedinhos, e justamente esses acentuam as assaduras nela, é dar um bom suco de maracujá e ela fica vermelhinha, por isso evito, a propósito, não costumo dar suco de caixinha pra ela, toda vez que dou procuro dar natural.

E o leite? Leite é a paixão dela, ama tomar leite, puro, sem mucilon nem nada que altere  sabor, e isso vale pra Nescau, Tody, Nesquick, açúcar, ela gosta de leite puro. Dou leite Ninho, não o fases, aquele fortificado, sabe? Até pq Ninho fases não é leite, é composto lácteo.

Em um dia normal ela toma cerca de 3 a 4 mamadeiras, maiiiiis as coisas que vou oferecendo no decorrer do dia, almoço, jantar, queijo, pão, frutas... ou seja, ela se alimenta bem, mas na hora das principais refeições, sofro!

Ela está saudável, na curva de peso e de altura certinha, é uma criança dentro dos parâmetros, mas a gente se preocupa né, quero que ela coma bem, não sei ainda se isso é fase, se vai passar, espero que seja fase, não quero dar nenhum tipo de suplemento alimentar pra ela, não que eu seja contra os Nutrens e Sustagens da vida, nada disso, mas é algo que eu não gostaria de incluir na alimentação dela pq não acho necessário aos meus olhos, mas se a pediatra recomendar caso o problema pra ela comer persista, darei, mas darei com cara de "tô dando, fazer o que, né?"

Então é isso, desabafei, me sinto até mais leve depois de escrever tudo isso, e fica a perguntinha pra quem tem filho nessa idade:

É isso mesmo produção? Eles ficam chatEeeeenhos assim pra comer, fazendo drama e se distraindo até com a mosca do outro lado da rua?

#socorro

Beijos e boa semana




14 de março de 2013

Tratamento da asma - parte 2

E como já relatado aqui  Mimi fez o tratamento pra asma certinho, dois meses seguidos de Montelucaste de Sódio, um por dia antes do almoço, e foi mais fácil do que eu imaginava pq embora não tivesse gosto de nada, ela adorava tomar o conteúdo do envelopinho. #ufa

Daí, dia 12 retornamos com o pneumologista pra ele analisar se houve melhora no quadro dela, e pra minha felicidade sim, houve melhora.
O peito não está chiando, a respiração está normal, o tempo pode virar que ela continua bem, está tudo ótimo, poréeeeeeeeem, é pra retornamos no comecinho de maio, já que crianças que tem problemas respiratórios tendem a dar uma piorada no inverno, e se ele notar que ela não está tãaao legal assim, voltamos com o medicamento, e ele vai prescrever a vacina contra gripe, que segundo ele irá ajuda-la.

Agora é esperar e torcer pra que tudo continue bem!




4 de março de 2013

Alfabetizando em casa


Como a torcida do Flamengo sabe, por uma infinidade de motivos, Mimi não vai pra escola ainda, se antes meus planos eram coloca-la na escolinha no segundo semestre de 2013, agora com essa história de mudança e tudo mais, foi adiada pro primeiro semestre do ano que vem. 

Eu sei que a escolinha traz muitos benefícios pra criança em matéria de aprendizado, em matéria de socialização, aprender a dividir as coisas ... mas ela só irá pra escolinha ano que vem, e mesmo assim, meio período, somente de tarde, não quero nada integral. 

Não nego que sou insegura quanto a isso, meu coração se aperta só de pensar. Sei que é egoísmo "priva-la" de infinitos amiguinhos, mas quero deixa-la debaixo da minha asa esse período, o que vou dizer a seguir soa totalmente retrô e inadequado, mas ela terá toda a infância pra se socializar e ter amiguinhos, e eu acho muito importante ficar com ela esses anos, afinal, criança nessa idade é uma esponja, absorve tudo, e educação pra mim não é apenas aprender a ler, fazer cálculos, escrever ... educação vai bem além disso, educação provém de exemplo, não que na escola ela não terá bons exemplos, mas acho que nessa fase da primeira infância a criança precisa estar com a família. 

Na verdade, acho que faço esse discurso todo pra me convencer dos motivos pelos quais quero ela em casa comigo, no fim, acho que sou muito mais dependente dela do que ela de mim, meus dias ficam vazios sem ela por perto, não gosto de ficar longe ... 

Mas enfim, fato é que quero tornar nossos dias mais produtivos

Fazemos muitas coisas recreativas, depois que termino meu serviço fico com ela, e aí é só alegria, brincamos de balanço, desenhamos com lápis de cor, giz de cera e canetinhas, fazemos pinturas com tinta guache, colagens das mais diversas, leio pra ela, cantamos, assistimos desenhos, vamos ao parquinho quando não chove, ensinei partes do corpo pra ela e ela sabe direitinho o que é o que e até me mostra, ensino palavras novas ... e por aí vai, mas sabe quando você sente que a criança precisa de mais?

Então estou me sentindo exatamente assim, e agora cismei que quero ensinar as letras do alfabeto, os números (identifica-los no papel) e as cores. 
Como farei isso? Não faço a mínima ideia, estou pesquisando e lendo muito sobre o assunto, pq quero apenas ajudar e até onde li, muitos pais nessa de querer ajudar acabam prejudicando o aprendizado do filho, e prejudicar é algo que eu não quero , por isso estou lendo cuidadosamente como ensina-la sem traumatiza-la, logo logo colocarei algumas ideias em prática e venho contar se estou progredindo em alfabetiza-la. 

Mais detalhes eu conto nos próximos capítulos dessa novelinha que vai ser a alfabetização dela em casa!

 



28 de fevereiro de 2013

O primeiro carrinho de boneca da filha, a mãe nunca esquece!


Daí que Yasmin agora está numa vibe materna, quer empurrar o próprio carrinho com a boneca dentro, quer cuidar das bonecas, dar água/leite/ração e seja lá o que for pra alimenta-las, uma lindeza de ver, de fazer o coração ficar apertado de tanto amor.

E nessa de querer empurrar o carrinho dela, com a boneca favorita dentro, num tava dando certo, pq acabava esbarrando nas coisas dentro de casa, emperrava nos cantos, fora que, como o carrinho é bem mais alto que ela, ela ficava sem visão nenhuma e mais batia na parede do que empurrava #tadinha.

E sábado, eis que chegou a  minha salvação, minha mãe comprou um carrinho de boneca pra ela colocar a Titíbi dentro e ir passear.

E a palavra que melhor define a reação dela é fantástico.

Ela ficou encantada em colocar a boneca lá dentro e empurra-la com facilidade, ver as coisas, enfim, agir como gente grande!

Aproveitando que ela estava empolgada, decidi ir a um mercado próximo buscar algumas coisas, e com ela toda empolgada com o carrinho não vi necessidade de coloca-la no carrinho ou ir de carro, lá fomos nós, eu (pra trazer as sacolas), minha mãe (pra correr atrás dela) e a Mimi (a mais nova mãe de boneca do pedaço).

Dizem que filhos são reflexos dos pais, e realmente, exemplo é tu-do! Fiquei boba de ver como ela me imitava apenas por estar empurrando o carrinho, foi divertidíssimo!

Tenho o hábito de coloca-la no carrinho, travar o cinto, e conforme vou empurrando o carrinho até o destino (padaria, açougue, bazar, mercado, parque, Nárnia...) cumprimento as pessoas que conheço com um oi, e se não há a possibilidade da pessoa me ouvir, dou um aceno de mão pra que ela note que eu a vi.

Muito que bem, ela foi fazendo isso durante todo caminho até o mercado, com a diferença de que ela cumprimentava todo ser passante, cumprimentou todos os vizinhos, cachorros, gatos, árvores, flores, pra cada um deles um "oi", seguido de um aceno e um sorriso, fiquei tão orgulhosa em ver que ela é simpática assim.

O mercado é a três quadras de casa, e céus, levamos quase quarenta minutos de tanto que ela cumprimentava as pessoas, parecia vereador em época de eleição, muito engraçado.

Chegamos ao mercado ela disse oi aos donos, e foi em direção aos biscoitos, empurrando o carrinho, com uma mãozinha na cintura, escolheu três pacotes de biscoito e colocou no carrinho, depois pegou um coco ralado (?) também adicionou ao colo da boneca, e por fim, foi ao balcão de frios, encostou o carrinho próximo aonde se faz os pedidos, cruzou os bracinhos e ficou aguardando alguém vir atendê-la pra que ela pudesse fazer o pedido.

Morri de dar risada, fizemos o pedido, ela colocou tudo em cima da boneca e fomos ao caixa, ela quis colocar as coisas no balcão, ela queria trazer as sacolas em cima da boneca, mas desistiu quando viu que tudo ficou pesado demais e no fim, voltou a ser apenas a vereadora menininha que empurra seu carrinho com a boneca, e levamos meia hora pra voltar pra casa.

E agora nossos dias são assim, ela quer levar a boneca pra todos os lados, empurra o carrinho pela casa toda, e até senta no carrinho com a boneca no colo.

Meu coração explode de alegria em ver que ela é tão pequenininha, mas tão amorosa e se preocupa em cuidar da boneca, acho lindo esse instinto maternal que as menininhas costumam ter.

E sigo assim, suspirando de amores e com o coração explodindo de orgulho da minha garotinha!

Beijos





26 de fevereiro de 2013

Ansiedade da separação, a gente viu por aqui!



Uma das coisas que eu incentivo na Yasmin desde sempre é a ser uma criança independente e destemida.

É triste dizer isso, mas a realidade é que não sei se estarei ao lado dela amanhã, posso estar como posso não estar, e caso não esteja, quero que ela seja uma pessoa forte que sempre vai acreditar no potencial que tem.

Procuro fazer isso pra que ela tenha confiança nela mesma, acho super importante a criança acreditar na própria capacidade e não se importar tanto com o que os outros dizem (pq eu fui uma criança que me importava demais com a opinião alheia).

Sabe aquela criança que não saí do colo da mãe pra nada, que se enfia debaixo da roupa da mãe quando vê estranhos, chora se alguém quer pega-la e essas coisas todas que muitas crianças fazem? Então, esquece, a Mimi nunca foi assim, nunca mesmo, muito pelo contrário, sempre foi simpática com todo mundo, sorri pra qualquer passante na rua sendo conhecido ou não, cumprimenta todo mundo, acena até pra lua, jamais tive problemas em deixa-la com meus pais ou o marido pra sair e resolver coisas que com ela levaria mais tempo. Lógico que se um estranho chega perto dela, ela percebe que a pessoa não faz parte do nosso círculo e estranha, mas basta meia dúzia de palavras pra que ela se abra em sorrisos e se torne amiga de infância de quem for.

Acontece que, de uns dias pra cá ela anda grudada em mim de uma maneira que nunca foi, nunca mesmo.
Quer a mamãe pra tudo, de menininha super independente que quer fazer tudo sozinha, ela passou pra menininha que tem medo de ir na cozinha sozinha, e ela nunca foi assim.

Corri pra ler sobre o que seria isso, afinal, estranhei esse comportamento dela mais grudada que carrapicho, e antes que eu pudesse fazer qualquer constatação tivemos um episódio punk de verdade sobre ficar distante dela por algum tempinho.

Precisei ir ao médico, e como consultório médico não é lugar pra criança, pedi pra que minha mãe ficasse com ela, afinal, ela é doida varrida na vovó, achei que ela ficaria super bem ...

Horário combinado, esperei ela se distrair pra que não tivesse que me despedir, e lá fui eu.

Consulta terminada, tudo certinho, e exatas duas horas depois voltei pra casa, e me deparei com uma cena muito triste.

Mimi no colo da minha mãe, de calcinha, banho recem tomado e vomitando to-das, e quando eu digo todas, é tudo mesmo, quando ela me viu, exclamou "Mamãe!" e ploffff, mais leite pra fora.

Fiquei assustada, afinal, deixei ela super bem em casa, assistindo a Galinha Pintadinha, com os livrinhos favoritos, bebericando aguinha de coco, cantando e dançando ... e duas horas depois aquilo.

Minha mãe disse que depois que eu saí ela demorou pra notar minha ausência, mas quando notou foi o caos instaurado.

Me procurava em todos os cômodos da casa, embaixo dos armários, debaixo da cama, atrás das coisas, pegou minha mãe pela mão pra me procurar junto à ela, e falava "Mamãe, mamãe...".

Minha mãe a distraiu, conseguiu fazer com que dormisse, deu mamadeira, mas assim que acordou de uma sonequinha pequena e agitada (cerca de 40 minutos), voltou a chamar a mamãe e aí a coisa cresceu demais, ela ficou nervosa, pq me chamava e eu não vinha, começou a chorar e a vomitar, a ponto de não ter mais o que vomitar e vomitar água.

Cheguei no meio dessa confusão toda, quando a vi, corri pra limpa-la, peguei no colo, deitei com ela na cama, ela colocou a cabecinha entre minhas pernas, fechou os olhinhos e ficou curtindo o momento de volta da mamãe desnaturada que sai sem se despedir da filha.

Como num passe de mágica, foi me ver e parar de passar mau, ficou um tempinho in love comigo e já voltou a fazer reinações de todo tipo, e eu me sentindo um monte de esterco seco e inútil, afinal, se a tivesse levado teria evitado todo esse dramalhão mexicano a la Maria del Bairro.

A noite com mais calma fui ler sobre ansiedade de separação, e céus, como a coisa é séria.

Do primeiro ao segundo ano de idade os maiores medos de uma criança são a separação dos pais, estranhos, barulhos intensos, animais e escuro, sendo que a separação dos pais é o maior medo de uma criança nessa fase.

Eu devo enfatizar que sempre voltarei pra ela, não importa o que aconteça, sempre sempre voltarei, isso tem que ficar bem claro na cabecinha dela, eu sempre voltarei não importa o que aconteça, mas entre enfatizar e ela entender tem um espaço de tempo né ...

Nada nessa vida é pior que ver o filho da gente sofrer, seja por uma vacina, seja por um tombo, seja por uma frustração ... mas ver ele sofrer pq sentiu sua falta, ahhhhhhh isso não tem o que supere, é angustiante e como mãe já nem é um ser que sente culpa, só faz aumentar o sentimento de que poderia ser melhor!

E agora com essa novidade, minha preocupação não é apenas deixa-la segura sempre, minha preocupação explodiu e se multiplicou num monte de coisas né, como faz quando eu tiver que internar pra ter o Marshmallow? Como faz quando o bebê nascer?

Juro, continuo levando certas questões com a barriga pra não sofrer de véspera, a verdade é que o segundo filho traz uma tranquilidade incrível, mas a gente acaba se preocupando em dose dupla com o primogênito, mas faz parte, né?

Enquanto isso eu vou amassando e brincando muito com ela, dando toda atenção que posso, fazendo todos os passeios que não fizemos ainda, enfim, curtindo ela de maneira especial antes do Marshmallow chegar, pq sei que depois da chegada dele, nada será como antes, e eu quero que na vidinha dela, tu-do seja inesquecível como já tem sido!

Aiiiiiii como eu falo!

Vou ficando por aqui ... beijos!




20 de fevereiro de 2013

A crônica da barata

Yasmin, do alto de seus quase dois anos, tem um amor incondicional pelos animais, e leia-se por animais toda sorte de bichos que se vê por aí, de fofos filhotes de cachorros e gatos, à pombas de praça, lagartixas na parede e pasmem, formigas!

Se vê passarinhos se derrete em amor "oiiii pipi!", se o bichinho da vez é cachorro ou gato é um tal de "oi miau, oi auau!", é muito gostoso ver que ela respeita todo tipo de vida e que gosta dos animais.

Mas daí ontem de noite, um calor sem precedentes, a porta da sala aberta, eu no banho, quando ouço ela toda feliz e falando com o marido "Shimi, shimi, ahhhhhhh shimi, tininnnn!".

Pensava comigo, que raio de formiga seria essa que a deixou tão encantada, em casa nem temos formiga por causa da dedetização ... e ela falando da shimi toda hora, e ela estava realmente empolgada, fiquei curiosa!

Logo saí do banho, me arrumei pra dormir e fui ver quem era a shimi encantadora, quando me deparo com uma barata, sim caros leitores, uma barata, nada graciosa como a nossa amiga que sofre bulling nos dvd's da Galinha Pintadinha, uma barata, com anteninhas compridas, marrom cascuda, feia e nojenta, quando ela viu que eu observava a barata com cara de espanto veio me dizer toda empolgada que aquilo era uma shimi.

De imediato falei pra ela que aquilo não era shimi não, era uma barata.

- Filha, isso não é uma shimi amiga, é uma barata, repete com a mamãe, ba-ra-ta!
- Shimiiii...
- Não filha, é ba-ra-ta!
- Bai-a-ta!
- Isso mesmo princesa! - apontei pra barata asquerosa e perguntei quem era aquela e a resposta foi imediata baiata!

Não, eu não matei a barata, morro de nojo pq matar a barata faz sair uma meleca branca de dentro e aquilo me embrulha o estômago, deixa a barata viver e voar pra longe.
Mimi deu tchau pra barata (?) e corremos fomos pra dentro de casa dormir!

E hoje cedo quando acordamos, a primeira coisa que ela fez foi ir ver se a barata ainda estava lá, e a decepção foi tanta que me deu dó, indignada ela veio me dizer "ihhhh, abô baiata!".

Fiquei com dó, pobre menininha, encantada com uma barata ...

Só espero que quando crescer não tenha pânico de baratas como minha irmã!!

Beijos

11 de fevereiro de 2013

Amor sem limites!!


Tão esperada, tão amada, tão fofinha, tão apaixonante. 

Dá tanta saudade rever as fotos de quando ela era apenas um bebê pequenininho que dependia exclusivamente de mim pra tudo, hoje acho que dependo mais dela que ela de mim. 
É muito amor, é muito carinho, é muita ternura, é tanto amor que não cabe, transborda e transcende qualquer barreira. 

Amo muito, amo pra sempre, e o mais gostoso de tudo é saber que há uma nova vida crescendo dentro de mim, alguém que eu não sei se é menino, menina, mas que eu já amo e já quero cuidar, amar, e me apaixonar cada dia mais!

Sou grata por poder ser mãe e sentir tudo isso!




8 de fevereiro de 2013

Enquanto isso... #2

Yasmin no balanço, tooda feliz e balançante.
Quando coloco a mão pra balança-la mais pra que o ritmo não se perca ela diz "xolta!", e aí de mim se não soltar, ela fica brava de verdade.
Aí eu me pergunto "essa menina quer que eu assopre o balanço pra que haja movimento?", era só o que me faltava mesmo, as vezes acredito que tenho dentro de casa uma mini-tirana!

Haha, culpa minha, pq no fim das contas a mãe sempre é da mãe!

6 de fevereiro de 2013

Enquanto isso ... #1

De bolsinha no ombro, Yasmin me dá um beijo, acena com as mãozinhas e diz "xau"!

Aí, eu de boba que sou pergunto "filha, você vai voltar né?", e ela prontamente responde "não!".

Não quer voltar, e eu fico como?


#morri


Essas crianças de hoje em dia ... tão independentes‼