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9 de março de 2012

Séries: Once upon a time



A série é livremente inspirada nos clássicos contos de fadas, exceto que se passam nos dias de hoje, daí o nome da série. As histórias contêm a chave do mistério que envolve uma mulher e seu filho que ela deu para adoção dez anos antes em uma cidade chamada Storybrooke, Maine em New England. Essa cidade é na verdade um mundo paralelo no qual personagens de contos de fadas parecem com pessoas normais e não lembram sua verdadeira identidade ou qualquer coisa sobre a sua vida verdadeira

Acredito eu, que toda menina tenha sonhado em ser princesa um dia, que toda menina sempre ouviu atentamente os contos de fadas, e que isso tenha transformado os momentos de ouvir essas histórias em momentos mágicos, afinal de contas, é isso que os contos de fadas são, contos mágicos.
Faço essa afirmação por mim, que sempre fui apaixonada por essas histórias e que assistia sem piscar O teatro dos contos de fada, apresentados pela Shelley Duval, quem se lembra?

Pois bem, o tempo passou, as histórias continuam as mesmas, mas agora eles estão muito mais intrigantes.
Afinal de contas, e se tudo fosse verdade mesmo?
E se houvesse uma Rainha Má, uma Branca de Neve e um Príncipe Encantado?
E se a Chapeuzinho Vermelho fosse uma garota cheia de confiança e sexy?
E se a Fera só tivesse medo de amar?
E se todos os personagens estiverem em uma cidadezinha receptiva, de nome simpático?

A história propriamente dita se inicia durante o casamento de Branca de Neve e o Príncipe Encantado, onde todos os personagens de todos os contos de fada estão reunidos para celebrar a união do casal.
A Rainha Má, que outrora fora sua madrasta, chega no meio da cerimônia e lança uma maldição que acabará para sempre com todos os finais felizes de todos os personagens.

Algum tempo depois, Branca de Neve, já grávida, está preocupada com a maldição, e decide procurar Rumpelstilskin, já que ele tem poderes advinhatórios e pode dizer como será o futuro.
A resposta é pragmática, ele diz sem rodeios que a Rainnha Má irá levar todos para um lugar terrível, onde os finais felizes não existem.
Ele lhe revela também, que a bebê que ela espera, ira retornar dali a 28 anos para quebrar a maldição e trazer os finais felizes novamente, inciando assim uma batalha com a Rainha.

Procurando uma saída para tudo isso, Branca de Neve e o Príncipe decidem seguir o conselho da Fada Azul, e Gepetto e Pinochio constroem um guarda roupas, feito de madeira mágica, para que Branca de Neve e a menina possam fugir da maldição da rainha.
Coincidentemente, no dia que Branca de Neve dá a luz, a Rainha decide lançar a maldição, e o guarda roupas não está totalmente pronto, e há espaço somente para uma pessoa, o Príncipe decide então colocar apenas o bebê recém nascido ali, mas ele é gravemente ferido, e a Rainha brada sua vitória, levando todos para um lugar desconhecido.

Atualmente, Emma vive solitária sem a companhia de ninguém.
Emma trabalha como fiadora e caçadora de recompensas, e em mais um final de dia, em seu aniversário de 28 anos, ao terminar de fazer o pedido e apagar a vela, surge em sua porta um menino, que sem rodeio nenhum se identifica como o filho que ela deu para adoção há dez anos atrás quando ainda era um bebê.

Preocupada e sem querer nenhum tipo de contato com o menino, Emma decide leva-lo de volta para sua casa, em Storybrooke.
Ao longo da viagem, Henry lhe mostra um grande livro de contos de fada, e explica à ela que todas as histórias são reais, chegando a cidade, ele informa que todos na cidade são personagens do livro, que foram exilados ali pela maldição da Rainha, e que não se lembram de seu passado.
Ele afirma que o tempo ali parou, e que as pessoas são incapazes de sair da cidade, e novas pessoas não conseguem entrar.
Mas que a maldição será quebrada, pois Emma, a filha de Branca de Neve e do Príncipe Encantado está ali após os 28 anos de maldição.
Emma entrega o garoto a mãe adotiva , que é a prefeita da cidade e por coincidência do destino é também a Rainha Má.
Porém, Henry foge novamente, Emma o encontra e decide ficar temporariamente na cidade.
E os ponteiros do relógio central, outrora congelados - pois o tempo ali havia parado, voltam a se mover novamente, movidos apenas pela presença de Emma.

E assim, em cada episódio passamos a conhecer os personagens da cidade e suas vidas, mas de um modo que nunca foi mostrado antes, em Once Upon a Time temos os bastidores dos contos de fadas.

Pra quem é fã de contos de fada, realidade fantástica e seres mágico, eu super recomendo.
Quem assiste, gosta?

Beijos

6 de março de 2012

Séries: Castle


Nome: Castle
Categoria: Policial, Ação/Aventura, Suspense, Comédia
Exibição: AXN - Quarta - 22:00 (episódio inédito)


Castle é um seriado baseado em um famoso escritor de histórias de assassinatos que ajuda a polícia de N. York a solucionar crimes inspirados em seus livros. Richard Castle está sofrendo um bloqueio criativo depois de matar o principal personagem de seus livros e encontra dificuldades em criar um substituto. O escritor tem tudo: dinheiro, fama e mulheres, mas começa a repensar quando um assassino real se inspira nos seus livros. A ajuda dele à polícia de N. York faz com que ele conheça a Det. Beckett, para quem ele começa a olhar de um jeito diferente. A dinâmica entre os dois funciona com o jeito conservador e sério dela contraposto ao humor e inconsequência dele, trazendo cenas de comédia com isso.

Imagine um escritor de romance policiail bem sucedido, rico, bonito, sexy, carinhoso, engraçado, bom pai, bom filho, e que está em crise.
Imaginou?
Então, o nome dessa figura é Richard Castle, que após matar seu principal personagem policial precisa de uma nova musa inspiradora e por ter bons contatos consegue se “inflitrar” no departamento de polícia de N.Y.

Mas nem tudo são flores, e a história propriamente dita se inicia quando um de seus fãs decide dar, digamos assim, vida, à um de seus livros, cometendo um assassinato e montando a cena do crime exatamente como descrito em seu livro.
Lógico que ele virou suspeito, lógico que ele foi interrogado, e é lógico que ele não era o assassino.
Ao concluir que Castle não é o assassino em questão, ele ajuda a detetive Kate Beckett a solucinar o caso.

Como já dito acima, ele tinha bons contatos, e após ser alvo da investigação e precisando de uma nova musa inspiradora, ele conversa com o prefeito da cidade - que é um amigo - e consegue permissão para acompanhar a detetive Beckett em seus casos.
Em pouco tempo Castle e Beckett se tornam amigos, e na companhia de Tony Esposito, Tony Ryan eles saem por N.Y para solucionar os crimes cometidos na cidade.
Além de lidar com a solução de crimes, Castle tem que rebolar pra lidar com a mãe, Martha Rogers, uma aspirante a atriz chiquérrima e maluca, que o ajuda na criação da neta, Alexis, que por sua vez é o juízo em pessoa.

Pouco a pouco Castle e Kate vão se apaixonando, mas nenhum dos dois dá o braço a torcer, a conexão deles é tão sintonizada que um consegue completar o pensamento do outro, porém, sempre naquela tensãozinha sexual básica, embora nunca tenha acontecido nada entre eles.

Pra quem gosta de mistério misturado com comédia, Castle é um prato cheio, já que a seriedade e o racionalismo da dupla são exclusivos de Beckett, que pouco a pouco vai se soltando se permitindo.

As mais diversas aventuras, o mais diferentes casos de homicídio a serem solucionados, as piadinhas mais infames, e o real significado do que é amizade e companheirismo fazem de Castle uma série sensacional.


3 de março de 2012

Séries: The walking dead


Nome: The walking dead
Categoria: Ação/Aventura, Ficção, Suspense
Exibição: Fox - Episódio inédito toda terça feira às 22:00


O mundo que conhecíamos não existe mais. Uma epidemia de proporções apocalípticas varreu o mundo fazendo os mortos levantarem e se alimentarem dos vivos. Em questão de meses, a sociedade se desintegrou. Em um mundo dominado pelos mortos, somos forçados a finalmente começar a viver. Baseado na série de quadrinhos de Robert Kirkman, essa série centra-se no mundo após um apocalipse zumbi.

Se existe um seriado que me impressionou em todos os sentidos, esse seriado é The Walking Dead.
Me impressionou pq?
Pq eu sempre achei muito chato e irreal histórias de zumbi.
Sabe quando um tema não te apetece de maneira nenhuma?
Era assim que eu me sentia em relação á esse tema, filmes como A noite dos mortos vivos, Madrugada dos mortos e afins nunquinha da Silva que iriam ocupar um espaço na minha prateleira.
Porém, dia desses me dei a chance de assistir o primeiro episódio, aliás, foi um trato com o marido, “eu assisto com você, mas se não gostar do primeiro episódio, nem adianta insistir que eu não vou ver!”.

Mordi a língua, logo em seguida já vimos mais três, e em dois dias a primeira temporada já tinha ido embora, e começamos a assistir a segunda, assim que sai episódio novo eu já coloco pra baixar, pq embora passe toda terça feira episódio inédito na FOX, eu acho péssimo ser dublado, prefiro o áudio original, ou seja, legendado.

Mas voltando a série, ela é baseada em uma série de H.Q com o mesmo nome, que tem por foco a vida de um grupo de sobreviventes após o apocalipse zumbi.

Tudo se inicia quando Rick Grames e seu parceiro Shane atendem uma ocorrência, que termina em tiroteio e com Rick ferido, entrando em coma por algum tempo.
Ao acordar, Rick se vê em meio aos caos completo, ele descobre que cadáveres putrefez andam como se estivessem vivos, e não só o edifício em que estava, mas toda a cidade está destruída e deserta.
Imediatamente, Rick retorna para sua casa, na esperança de encontrar a esposa e o filho, mas nem sinal deles. Em meio a essa turbulência toda, ele se encontra com Morgan e Dwayne, pai e filho sobreviventes ao caos, e esses lhe explicam o que aconteceu desde que entrou em coma, e mais, dizem que em Atlanta há uma base militar de refugiados, uma fortaleza onde as pessoas não precisam se preocupar com o mundo “aqui” fora, e é acreditando que sua família está nessa base que ele parte em direção a cidade.
Mas como pouca desgraça é bobagem, é lógico que em pouco tempo ele descobre que em Atlanta não há base militar nenhuma, aliás, a chegar lá ele descobre que Atlanta está totalmente tomada pelos zumbis.
Não demora muito tempo para que ele se torne alvo fácil ali, e quando está prestes a ser atacado por uma multidão – eu disse multidão – de zumbis famintos, ele recebe ajuda de modo inesperado.
Um rapaz chamado Glenn, ex entregador de pizzas, que pertence á um grupo de sobreviventes, lhe dá cobertura para que ele saía dali com vida.

Ao seguir Glenn até o grupo de sobreviventes ao qual ele pertence, Rick descobre que sua esposa e seu filho fazem parte do mesmo grupo do rapaz, que é liderado por seu melhor amigo e ex-parceiro Shane, que por sua vez, não fica nadinha de nada feliz em saber que o amigo literalmente voltou dos mortos.
Shane e Lori – esposa de Rick – deram início a um relacionamento em meio á essa loucura toda, e mais, além de apaixonado por Lori, Shane já tratava o filho do amigo como se fosse dele.
O grupo o recebe muito bem e fica feliz por ter mais um policial e exímio atirador para protegê-los.

O porém, é que eles tem uma vida totalmente nômade, não ficam acampados muito tempo em lugar nenhum devido aos ataques de errantes – é assim que eles chamam os zumbis – deste modo, ao partirem em busca de um lugar para chamar de lar, eles se deparam com alguns problemas na estrada que dará um novo rumo ao grupo.

Bem, me estendi demais, mas a série é isso.
Perguntas como “mas porque o planeta está em meio a um apocalipse zumbi?”, ou “o que aconteceu enquanto Rick estava em coma?”, não foram respondidas, ninguém sabe se o que transformou as pessoas em zumbi foi um vírus, uma bactéria, não há cura, não há o que fazer por enquanto.

E o que me chamou atenção é que mesmo não curtindo o tema Apocalipse Zumbi, acho que um dia, veja bem, um dia, isso infelizmente pode acontecer já que hoje em dia os cientistas fazem tantas mutações genéticas e experiências na busca da cura de muitas doenças.

Ao longo dos episódios fica claro que não são os zumbis – ou errantes – os vilões da história, mas os próprios humanos que não sabem lidar com mudanças, incapazes de se entenderem e se unirem mesmo em meio ao caos estabelecido.

Se eu recomendo?
Sem sombra nenhuma de dúvidas, a série é tudo de bom mesmo, com conflitos, romance, drama, bang bang, enfim, é uma série completa e que ao meu ver, vale muito a pena!

Se vc ainda está resistente, dá uma olhadinha no trailler abaixo:


Fica a dica.

28 de fevereiro de 2012

Séries: Mike & Molly

Sou tão apaixonada por séries quanto sou por livros.
Uma série que me ganhou por ser muito irreverente foi Mike & Molly.
Assisti ao primeiro episódio de maneira despretenciosa, sem esperar muito da série, mas confesso que me apaixonei pela história do casal de gordinhos já no primeiro capítulo.

De um lado temos Mike Biggs, um policial que vive diariamente lutando contra o excesso de peso, mas que tem um senso de humor fora do comum, e embora reconheça a necessidade de emagrecer ele sabe aproveitar a vida, sabe rir de situações inusitadas e é muito auto astral. Ao seu lado, seu parceiro de polícia e melhor amigo Carl, e esse sim, se lamenta demais das coisas pequenas e insignificantes que acontecem na vida.
Do outro lado temos Molly Flyn, uma simpática professora da 4ª série, também com excesso de peso, que não costuma levar desaforo pra casa, e que vive fracassando em suas dietas.
Os dois destinos se cruzam em uma reunião do Vigilantes do Peso, é o típico amor a primeira vista, e se não é amor, é um sentimento muito legal que surge nesse “primeiro encontro”.

Depois de um encontro formal, cheio de percalços, os dois iniciam o namoro (que na segunda temporada evolui para noivado), e mostra o desenvolver desse relacionamento.
Um fato muito legal e que chama atenção é que as etapas do amor são reais, são todas as etapas que nós passamos no começo de um namoro, não é aquela coisa ilusória, poderia ser o namoro de qualquer casal, qualquer casal gordinho.
Tem discórdia, tem risada, tem desaforo por parte da sogra, tem irmã maluca, tem mãe maluca, enfim, é tudo bem real mesmo.

Se eu recomendo?
Sim, mais que isso, acho que muitos episódios além de fazer dar boas risadas tem uma mensagem legal a respeito de compánheirismo, amor, amizade, isso em todos os sentidos.
Ou seja recomendo duas vezes.
Tenho certeza que quem gosta de comédia vai se apaixonar por esse casal de gordinhos, que tem uma atuação incrível de todos. São 20 minutos muito bem gastos e muito divertidos.
E só uma coisinha, eu acho que tanto a Molly (Melissa McCarthy) e o Mike (Billy Gardell) são uns lindos, e eu não tô falando de pesonagem não, tô falando em traços do rosto, olhos, enfim, sou suspeita pq sou apaixonada pela série!