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3 de fevereiro de 2013

O que importa é a saúde!

Eu não sei direito se é comigo que essas coisas acontecem, que o povo não tem noção do que fala, mas certas coisas me irritam, aliás, só eu que sou a calma em pessoa mas que fico com os nervos à flor da pele durante a gravidez?

Juro que não aguento mais quando alguém solta a seguinte pérola "Nossa, seria tãaaaaaao legal se agora viesse um menininho, né?".
Eu faço cara de alface recém lavada, dou um sorriso amarelo e digo que o que importa é vir com saúde, sexo é mero detalhe.

Sabe, eu ainda não sei se é menina ou menino, mas me irrita isso de ter que formar um casalzinho.
Menino, menina, tanto faz, o que eu quero é que venha com saúde, apenas isso.
O fato é que as pessoas gostam de dar palpite na vida que não é deles, gostam de cobrar mesmo, e o que eu acho mais triste é que se for uma menininha, sei que muita gente vai dar uma brochada do tipo "ahh que legal!", apenas isso, não pq é menina, mas pq não é mais novidade, se meu primeiro filho tivesse sido um menino torceriam por uma menina e assim vai, tô conseguindo me fazer entender?

Sinceramente, eu não tenho preferência nenhuma, minha preocupação é a saúde, por diversos motivos que eu prefiro não explicar aqui, eu não podia ter engravidado quando engravidei, era perigoso pra mim e pro bebê, mas o que importa é que hoje estamos saudáveis e felizinhos (ele já parece ser um bebê feliz, pq tem dia que mexe taaaanto!).

Pra falar a verdade, se eu parar pra pensar e for pensar na Mimi, o ideal seria uma menininha, pra que elas cresçam juntas, sejam amigas e companheiras, enfim, acho que seria gostoso ter uma irmãzinha, mas o mais legal de tudo é que ela pode ter tudo isso com um menininho também, então, pra mim é indiferente mesmo, por enquanto eu só sei ser mãe de menina, mas posso muito bem aprender a brincar de carrinho, soltar pipa, rodar peão, e coisas de menino, pq no fim das contas o que importa é que ter um filho e estar com ele é bom demais, independente do sexo.

Mas né ... deixa o povo falar, o negócio é ter paciência pra ouvir as abobrinhas, hahaha

Beijos e boa semana










29 de janeiro de 2013

Hidratando o panceps...

Daí que a gente engravida, se lambuza de creme pq não quer ter estrias, celulites e nada disso, mas um belo dia acorda com a barriga como se tivesse sido arranhada por um gato.

Juro que na gravidez da Mimi foi assim, eu dormi sem estrias e acordei com. Pensem no desespero da pessoa que tinha a barriga lisa e acorda com a barriga marcada!

Tá certo que eu não passava todo dia, mas eram pelo menos 4 dias na semana toda lambuzada de Mustela, gastei com creme pra no fim das contas ter estrias ...

Só que, eu misqueci que genética também é fator determinante né, e minha mãe se cuidou muito e teve um bocado de estrias também. Aceitei e parei de choramingar minhas pitanguinhas.

Aí agora eu tô grávida again, não comprei nenhum vidrinho de creme caro, nada disso, tô hidratando a pancinha no banho, com Óleo Seve e um hidratante de Macadâmia pra lá de cheiroso da Natura, intercalo e uso cada dia um, não fico grudenta depois do banho, não tenho que esperar secar a meleca pra poder me vestir e não faz meleca no box do banheiro ... perfeito, só falta agora esperar não sair nenhuma danadinha no panceps.

E como nada sozinho faz milagre, tô de boca fechada e não me permitindo comer nada além do necessário e saudável, quero sair da maternidade linda com o cabelo esvoaçante e viçoso, a pele rosada e se possível um pouco mais magra do que entrei né, e isso não é só questão de estética não, é de saúde, quanto menos engordar menos tenho que perder, e como faltam apenas 12kg pra eu chegar no peso ideal, isso estando grávida, tô cuidando mesmo, não passo fome, mas também não me entupo de bobeiras, e assim vou levando ...

Aliás, hoje eu tô tão cafona, ouvindo umas coisas tão antiguinhas e legais ... quem me embala hoje é Ney Matogrosso, e eu danço e a Mimi morre de dar risada, haha


28 de janeiro de 2013

Julia a gênia

Trocadilhos infames à parte, eu sempre fico pensando num jeito de fazer a Mimi participar dessa coisa toda de irmãozinho (a), quero que ela se sinta parte de tudo, desde sempre, e sei lá, acho que pra uma criança de quase dois anos é difícil conceber a ideia de que dentro da barriga da mãe tem outra criança crescendo, e pior que isso, que essa criança vai sair da barriga e lhe fazer companhia um dia desses.

Eu sempre pergunto pra ela se ela quer um bebê só pra ela, e a resposta é sempre a mesma "nanão", nem levo muito em consideração essa negativa dela, afinal, acho que no fundo no fundo ela não entende o que está acontecendo.

E fico eu matutando uma maneira de incluir a baixinha nos planos da chegada do bebê, e hoje queimando a mufa pensando numa solução pra decidir o nome caso seja menino - pq se for menina já está decido que será Alice - e tive uma ideia digna de genia  haha, se for um menininho que vem por aí quem escolherá o nome será a Mimi, isso mesmo, quem escolherá será a Yasmin, o nome do irmãozinho estará nas mãos dela.

Já sei como vou fazer tudo.
Se confirmado que será menino, vou fazer papeizinhos no estilo amigo secreto da escola com os nomes pretendidos (Guilherme, Lucas e Pedro) e vou pedir pra ela tirar um papel, e o papelzinho retirado será o nome escolhido!

Na atual conjuntura ela não vai entender nada, mas acho que no futuro vai ser uma história legal pra contar, que foi ela que "escolheu" o nome do irmão.

Agora é aguardar pra saber o sexo, e vou te contar viu ... essa espera é chata demais! #prontofalei



26 de janeiro de 2013

Consulta com novo obstetra

Daí que ontem, lá fui eu na consulta com o novo obstetra, e antes de sair de casa já havia me convencido de que se eu gostasse dele não voltaria mais na médica que está me acompanhando.

Engraçado que já fui com a pré concepção de que o médico já ia querer me enfiar goela abaixo uma cesárea, e que não sairia de lá satisfeita, e ainda bem que fui muito surpreendida.

A primeira coisa que me surpreendeu foi que ele é um médico velhinho, e sei lá, eu acho que médicos velhinhos são mais experientes, pode ser loucura minha, mas pessoas mais velhas passam mais segurança, não são tão cheias de si e atendem melhor seus pacientes, e isso se confirmou na consulta.

Primeira coisa mais importante que ele disse:

Sim, meu fiotinho marshmallow é pro fim de maio e não pro fim de abril como ela havia dito, e disse mais, fazer uma cesárea no fim de abril é pedir pra criança ficar na encubadora e desenvolver problemas respiratórios, foi muito enfático sobre isso. Ponto positivo pro doutor velhinho.

Segunda coisa importante que ele disse:

Eu sou nova, saudável e ele não vê pq de fazer uma segunda cesárea.
Disse que sim, um parto normal após uma cesariana com esse espaço de tempo curto é arriscada assim como uma cesárea, mas se fossemos basear isso em estatística o risco cirúrgico e o risco de ruptura uterina seriam bem próximos, portanto o parto normal é totalmente viável.

Aliás, mesmo depois de uma cesárea a indução com ocitocina pode ser feita sim, e me explicou com muitos detalhes, é assim õ, o ideal é eu entrar em trabalho de parto naturalmente, se a dilatação não evoluir eles podem dar ocitocina, e caso não evolua mesmo assim aí tem que entrar na faca mesmo, exemplificando:

Tõ eu Julia tranquilinha e entro em trabalho de parto, depois de um tempo vou pro hospital e lá eles verificam com quanto de dilatação estou, anotam, depois de certo tempo voltam pra ver se a dilatação evoluiu, e assim vai, se evoluir bem, não tem pq aplicar ocitocina, se eu ficar com dores por hoooooooras e nada de evoluir eu posso optar pela ocitocina, só que como ela faz com que o útero se contraia com muito mais força, eles vão verificar essa dilatação mais vezes, pq aí sim tem o risco da ruptura do útero devido a cicatriz, pq vai doer doer e doer e não vai dilatar, nesse caso ele prefere me levar pro centro cirurgico e me operar pra não colocar a minha vida e nem a do baby em risco.

Achei interessante a postura dele, ele disse ser super a favor do parto natural pq ele traz mais benefícios pro bebê e pra mãe, e essas coisas todas que a gente já sabe.

Enfim, disse que a decisão do parto é pessoal e somente minha, que não devo me deixar influenciar por nada nem por ninguém, se eu quiser parto normal eu vou ter parto normal e se quiser cesarea eu vou ter cesarea.

Me senti muito confortavél durante a consulta, ele é atencioso, explica super bem todo tipo de dúvida, me examinou e disse que a altura uterina corresponde com a idade gestacional que consta na ultra e que está tudo certo com a gente.

Pedi uma guia pra fazer outra ultrassom pra saber o sexo, e ele disse que pelo convênio eu tenho direito á três ultras, uma em casa trimestre e caso a gestação tenha alguma intercorrência ele pede algo mais específico, como já fiz a do primeiro e segundo trimestre ele não pode pedir a desses períodos, teremos que aguardar o terceiro trimestre pra que ele peça, mas eu posso ir no pronto atendimento com cara de alface depois da chuva e dizer que tô com dor, que eles fazem uma ultra e eu posso saber o sexo assim, haha, só eu eu sou péssima pra mentir, então sei que isso não vai rolar, vou esperar mesmo o terceiro trimestre que já tá batendo na porta.

E foi isso, acredito que continuarei sendo acompanhada por ele, ainda não desmarquei a consulta com a Dra, mas marquei retorno com ele, até pq né deixa eu ser acompanhad apor dois médicos que assim eu fico feliz.

E foi assim que terminou a consulta1

Beijos






22 de janeiro de 2013

O enxoval

Se tem uma coisa que eu detesto é deixar tudo pra última hora, não gosto, e comigo não funciona, sempre falta alguma coisa, sempre dá errado, por isso muitas vezes acabo me precipitando em deixar tudo organizado muito tempo antes.

Na gestação da Mimi foi assim, ela nasceria em fevereiro, e em dezembro eu já estava com tudo comprado/lavado/passado/ensacado e guardado na gaveta, aproveitei demais os últimos dias sem a preocupação se estaria tudo prontinho, lembro que no dia anterior a cesárea eu estava no clube me refrescando, e a única coisa que faltava era colocar os bombons nas embalagens de lembrancinha, nada mais.

Daí que agora eu tô grávida de novo, praticamente 5 meses de gestação e não comprei nenhuma pecinha de roupa pro bebe, nenhum item de higiene, nada, nada e nada, .

As pessoas falam pra começar um enxoval neutro, com pecinhas verdes, amarelinhas, brancas ... mas de verdade, tudo que eu já vi nessas cores se volta pra um sexo sim, ou seja, a peça pode ser amarela, mas vai ter um ursinho vestido de marinheiro, logo, a peça é voltada pra um menininho, e assim vai, e eu, pessoa mais indecisa do mundo, tenho que esperar a próxima ultra pra ver se o baby vai deixar ver o sexo, tô contando com isso pra dar uma adiantada nas coisas e tomar vergonha na cara.

Não sei se estou calma demais por já saber o que vem por aí, por não ter mais tanta ansiedade - lógico que quero conhecer meu bebê, mas nessa segunda gestação estou tão serena em relação à tudo, parece que estou até letárgica.

Pra quem tem o segundinho já, é assim mesmo? A gente fica calma assim?

O amor eu sei que só aumenta, mas a calmaria também ou eu que sou anormal?

Beijos

18 de janeiro de 2013

O nome - parte 1 de várias

Daí que você descobre que há um serzinho bem piquitito morando dentro da sua barriga, e que esse serzinho vai crescer, crescer e crescer, e uma hora ele vai sair, e que nessa hora ele vai precisar dum nome pra carregar com ele a vida toda, e é aí que mora o problema em questão.

Escolher nome pra filho não é tarefa fáciO não, é uma big duma responsabilidade, pq nome é um trem que a gente carrega a vida inteira, então, não dá pra fazer feio, o nome tem que ser bonito.

Respeito os pais que querem homenagear parentes, avô, bisavô, trisavô, enfim, mas quem paga o pato é a criança se o nome não for aquela coisa, e muita gente esquece do bom senso nessa hora, aliás, a úRtima vez que quase caí pra trás morta e dura foi no caso do Facebookson, e olha, respirei aliviada em saber que o pobre do menino não se chama Facebookson, que isso foi mais um viral da internet, mas voltando ... tem que ter bom senso!

Eu sou do tipo de pessoa que gosta das coisas bem simples, nada de nomes cheios de letras, na pré escola estudei com um menino chamado Christopher, e o coitado penava pra escrever o próprio nome nos cartões comemorativos, lembro que ele até chorava, judiação, e ali já na pré escola eu decidi que meu filho teria nome simples.

Não gosto de letra duplicada em nome, não gosto de nomes compostos, aliás, algumas combinações são lindas, mas um dos nomes sempre cai em desuso, então acho desnecessário #achata.

Acho que pelo tamanho da minha chatice Yasmin foi o nome mais exótico que eu poderia ter escolhido, é estrangeiro e tem Y, mas embora tenha essas duas questões, acho sonoramente doce e feminino, então, dei meu aval e acho que Yasmin não será um nome que a envergonhará futuramente, então, sem problema nenhum.

Mas agora eu tenho que pensar nioutro nome, e poxa, como é dificiO.

Fiz uma listinha pra meninos e pra meninas, mostrei a lista pro marido e pedi pra ele marcar com um xizinho os que ele também gostava, afinal, o filhote não é só meu.

Abaixo seguem os aprovados pelo selo de qualidade do Pablo.

- Meninas:

Alice
Camila
Carolina
Ingrid

- Meninos:

Guilherme
Gustavo
Lucas
Pedro

Porém, como ainda não sei o sexo do bebê, pq embora eu já esteja com 22 semanas, na última ultra que fiz o baby foi super troll, cruzou as pernas, sentou em cima dum pé e o cordão umbilical estava passando pelas pernocas, daí, não teve palpite, num teve milagre que mostrasse o que ele é!

E assim sigo indecisa na escolha do nome do meu Marshmallowzinho, até pq, se for qualquer um desses da lista eu tenho aval do maridão pra escolher o que quiser, são todos lindos, e no nome da Mimi quem deu a última palavra foi ele, ou seja, nada mais justo que eu escolha o desse.

É, desespero define, pq se eu fico na dúvida de que sapato usar pra sair, que dirá pra escolher o nome que meu fiote vai levar com ele pra vida toda!

Mas até lá eu decido, ou pelo menos espero decidir, hahaha.

Beijos

17 de janeiro de 2013

O caso da médica obstetra


Daí que ontem eu tive consultinha do pré natal, estou fazendo acompanhamento com a mesa médica que cuidou de mim na gestação da Mimi, levei meus exames, ultrassom, ela tirou minhas medidas, fez continhas, ouvimos o coração do baby e fomos conversar.

Até agora fiz duas ultras, e as duas apontaram como data provavél do parto o dia 24 de maio de 2013 - que é quando completo 40 semanas - o baby está bem, coraçãozinho batendo forte e acelerado como é pra ser.

Conversa vai, conversa vem, ela disse que meu filhote é pro fim de abril começo de maio.

Mácomo assim?

Sim, ela disse que fazendo as contas baseada na data da minha última menstruação (17/07) podemos tirar o bebê do forninho no final de abril e começo de maio, mais tardar dia 10 de maio.

Perâ ae, se segundo a ultra ele completa 40 semanas dia 24 de maio, pq raios eu vou tirar antes disso?

Fiquei tão chocada que nem questionei nada, olhei pro marido, que também não entendeu lhufas e continuamos a consulta, mas depois disso fiquei aérea e nem prestei atenção em mais nada do que ela me disse, fiquei viajando na batatinha e só acordei do transe quando ela disse que meu retorno seria dia 20/02, e que na próxima consulta ela prediria outra ultra e mais exames.

Confesso que isso de tirar o bebê antes do tempo me incomodou muito, não sou defensora de parto nenhum, tanto é que fiz cesarea eletivíssima da Mimi, mas esperei dar 40 semanas nas minhas contas, pq nas contas da médica já eram 41 semanas, e não me sinto culpada por isso, pelo contrário.

Penso muito na possibilidade dum parto natural, quem conhece a Mimi de perto sabe que a baixinha tem tanta energia que parece ter duas pilhas alcalinas duracell grudadas em algum lugar no corpo, ela não para, é o dia inteiro pulando, brincando, fazendo arte, se enfiando nos lugares mais inesperados, pendurada em lugares que eu jamais vi a remota possibilidade de perigo, enfim, ela tem muita energia, e sério, sou mole, não sei como seria ter que cuidar da casa, de um bebê recém nascido, dar conta dela, e ainda ter que me preocupar com recuperação cirúrgica, parto normal é penoso na hora, mas depois que passou, passou e pronto.

Terei a ajuda do Pablo no período da licença dele, meus pais já se prontificaram a ficar com a Mimi pra eu dar atenção pro bebê, minha mãe ficará comigo, mas eu não posso e nem quero ficar escorada nos outros, sou daquelas que pensam que quem pariu que embale, detesto jogar minhas responsabilidades em terceiros, não gosto de incomodar, a verdade é essa.

Por isso tudo penso no parto natural, a recuperação é rápida, faz bem pra saúde do bebê, enfim, é bem benéfico, tenso é ficar sentindo dor, mas né ... entrou tem que sair, haha.

A dita dra disse que eu posso ter um parto natural sim, desde que não seja induzido, pq embora eu seja saudável e nova, e a cicatriz cirúrgica uterina já esteja cicatrizada, a ocitocina faz o útero se contrair demais, e em mulheres com cesárea anterior é arriscado ter hemorragia e complicações, portanto, tenho que entrar em trabalho de parto naturalmente.

Aliás, pra acompanhar o trabalho de parto ou pra que seja ela a fazer minha cesárea  ela cobra aquela disgramada "taxinha" que foi regulamentada pelo conselho de medicina, sério, eu já nem tenho com o que me preocupar, e ainda tem mais essa, acho a taxa abusiva sim, se tenho um convênio que cobre tudo sem taxa adicional é pq não quero me preocupar em pagar nada, só usar, se o médico não está de acordo com o que  convênio repassa a ele, que resolva isso com o convênio e não saía cobrando isso dos pacientes, me nego a pagar, me nego mesmo, acho abuso, e a taxa não é baixa não, o pagamento é a vista no ato da internação e um dinheirinho que dá pra eu comprar muita roupinha pro filhote, se for pra eu fazer pré natal com um médico, e na hora do parto não tiver dinheiro pra taxa nenhuma vou cair na mão de um plantonista, e pra mim isso é a mesma coisa que fazer acompanhamento pelo SUS.

Aí hoje juntei a frustração de ter ouvido da médica que podemos tirar o bebê no final de abril, mais a insatisfação da taxa e liguei no convênio, perguntei se tem algum obstetra que não cobre a taxa e que possa fazer meu acompanhamento, já tenho consulta marcada pra semana que vem e quero conversar sério com ele, pq agora tô com essa de parto natural na cabeça, haha.

Veremos no que vai dar, e se eu gostar do médico, e ele me apoiar na idéia de um parto natural (pq eu quero entrar em trabalho de parto sozinha, dilatar o máximo em casa e ir pro hospital só quando a coisa apertar de verdade) nunca mais volto no consultório da médica em questão.

Agora é esperar sexta feira que vem e ver no que vai dar.

Beijos


15 de janeiro de 2013

Simples assim, grávida!


Daí que foi assim, sem esperar, de surpresa, pega de calças curtas, no susto mesmo, que eu me vi em uma quinta feira calorenta de novembro em frente ao computador, com os olhos grudados na tela, sem piscar, sem pestanejar, consultando o resultado de um exame, e pra quase me matar do coração, lá estava o veredito "grávida".

Números despretensiosos  o 5 ao lado do 0, formando 50, descrito como superior a 50mUl, indicativo positivo de gravidez, não, não estava escrito no exame "parabéns, você está grávida!", laboratórios são discretos demais pra te parabenizar pela boa nova, cabe aí a interpretação.

Me assustei, fiquei feliz, e se antes eu tinha um coração que pulsava fora do peito, agora terei dois.

Serão dois motivos pra eu sorrir, dois motivos pra eu viver, dois motivos pra que eu me levante todas as manhãs e faça por onde pra deixar o mundo um lugar melhor pra eles, por eles, e fazer com que eles sejam pessoas melhores pro mundo, pq eles serão isso, o legado que deixarei!

E é assim, que em meados do fim de maio ou início junho de 2013 me tornarei mãe pela segunda vez, e me redescobrirei como mãe, como pessoa, como tudo, e minha pequena Yasmin deixará de ser filha única pra se tornar uma mocinha, a irmã mais velha!

Agora é esperar pra saber se é príncipe ou principesa!